21 Lições para o século XXI

Resumo – 21 Lições para o Século XXI

Capítulo1 (Pág.(23-40)) (16/11/2021)

Desilusão

O autor começa por afirmar que “os humanos pensam em histórias, e não em factos, números ou equações, razão pela qual as histórias comunistas, fascistas e liberais do século 20 foram tão poderosas”. Quanto mais simples for a história, melhor. É Importante tornarmos as nossas histórias simples. Enquanto o século 20 envolveu três sistemas políticos, o século 21 introduz novas histórias e classes, a de humanos, super-humanos e inteligência artificial. Inteligência artificial á medida que a IA se torna mais sofisticada, ela cria classes de humanos; super-humanos que são aumentados pela tecnologia. Dando o exemplo como Elon Musk apontou em um episódio recente da Experiência Joe Rogan, já aumentamos, há apenas uma desconexão e a taxa de dados está muito lenta. Embora haja muita resistência contra a história liberal hoje, Harari diz que no final do dia a humanidade não abandonará a história liberal porque não tem alternativas viáveis.

Capítulo2 (Pág.(41-68))

Trabalho -“Quando fores Grande, talvez não tenhas Profissão”

Neste capítulo Harari diz que quanto melhor entendermos os mecanismos bioquímicos que sustentam as emoções, desejos e escolhas humanos, melhores computadores podem analisar o comportamento humano, prevendo decisões humanas e substituindo profissões humanas, como banqueiros e advogados. Pelo menos em algumas linhas de trabalho, pode fazer sentido substituir todos os humanos por computadores, mesmo que, individualmente, alguns humanos ainda façam um trabalho melhor do que as máquinas. O autor dá o exemplo na condução automóvel que nenhum carro que dirige sozinho tem acidentes por vias de álcool ou até mesmo excesso de velocidade casos que ocorrem com o ser humano. No entanto, Harari insiste que muitos empregos são um trabalho enfadonho e pouco inspirador que não vale a pena salvar. Ele prossegue, afirmando que “devemos nos concentrar em atender às necessidades básicas das pessoas e proteger o status social e a autoestima”, dando o exemplo que ao invés de cidadãos pagarem rendas de casa ao estado estes ficavam isentos de essa renda e utilizavam esse dinheiro para a educação e recursos básicos de seus filhos.

Capítulo3(Pág.(70-98))(22/11/2021)

Liberdade -“A Big Data está de olho em ti”

Neste capítulo Harari aborda vários temas relacionados como a democracia e o voto, a liberdade, verdade e a guerra e algoritmos.

‘Democracia e o voto’– Harari afirma que, para o bem ou para o mal, as atualizações e os referendos não têm a ver com o que pensamos. Eles são sobre o que sentimos. Aborda a referência em queWinston Churchill diz que “a democracia é o pior sistema político do mundo, exceto para todos os outros”. Certa ou incorretamente, as pessoas podem chegar às ferramentas sobre big data para algoritmos que podem vir a controlar o mundo. Eles podem ter muitos bugs, mas não temos alternativa melhor.

‘Verdade’– Harari coloca de forma simples; a verdade hoje é definida pelos principais resultados da pesquisa do Google. Em algoritmos de big data, assim que começarmos a contar com a IA para decidir o que estudar, onde trabalhar e com quem casar, vantagens democráticas e mercados livres farão pouco sentido.

‘Psicologia e IA na guerra’ -Harari aborda a guerra de 16 de março de 1968 e compara como emoções de um ser humano aos robôs e como agiam onde estes eram os soldados. Uma companhia de soldados americanos enlouqueceu na aldeia sul-vietnamita de My Lai e massacrou cerca de 400 civis . Foi uma falha das emoções humanas. Se os EUA tivessem robôs assassinos no Vietnã, o massacre nunca teria ocorrido. No entanto, se os EUA tivessem robôs assassinos, a guerra pudesse ter se arrastado por muitos mais anos, porque o governo americano teria menos preocupações sobre a moral dos soldados ou grandes manifestações anti-guerra.

‘Algoritmos e finanças pessoais ‘-Quando você o aplica ao seu banco para um empréstimo, é provável que seu aplicativo seja processado por um algoritmo, e não por um ser humano. O banco pode se recusar a dar a você sozinho e você questiona por que e o banco responder, “algoritmo disse não”. Nenhum ser humano entende o algoritmo porque ele é baseado em aprendizagem de máquina avançada, mas confiamos em nosso algoritmo, “por isso não lhe daremos um empréstimo”.

Capítulo4(Pág.(99-110))

Equidade -“Quem Detiver a informação detém o futuro”

Neste cápitulo o autor não aborda o tema de uma forma mais profunda, simples mente diz que:

Aqueles que possuem os dados são os donos do futuro. Harari diz que, ao contrário de terrenos e máquinas, os dados estão em todos os lugares e em nenhum lugar ao mesmo tempo, eles podem se mover na velocidade da luz e você pode criar quantas cópias quiser. Portanto, é melhor chamarmos nossos advogados, políticos, filósofos e até poetas para voltarem sua atenção para este enigma.

Capítulo5(Pág.(111-118))(03/12/2021)

Comunidade -“Os seres humanos têm corpos.”

Neste capítulo não há muito a citar, contudo o autor fala sobre o vício em tecnologia e como isso está a comprometer a conexão humana genuína e a comunidade, Harari afirma que é mais fácil que nunca falar com seu primo na Suíça, mas é mais difícil falar com seu marido durante o café da manhã porque ele está constantemente no seu smartphone.

Capítulo6(Pág.(119-136))

Civilização -“Só existe uma civilização no mundo”.

O autor refere que há 10.000 anos atrás, a humanidade foi dividida em inúmeras tribos isoladas onde não conhecíamos mais do que algumas dezenas de pessoas. A cada milênio que passa, essas tribos fundem-se em grupos cada vez maiores, criando cada vez menos civilizações diferentes. Nas últimas gerações, as poucas civilizações restantes fundiram-se em uma única civilização global. As pessoas preocupam-se muito mais com seus inimigos do que com os parceiros comerciais. As pessoas com quem nos desentendemos com mais frequência são nossos familiares.

Capitulo7(Pág.(137-154))

Nacionalismo -“Problemas globais precisam de soluções globais”.

Harari fala sobre O ambiente os problemas presentes e futuros relacionados com aquecimento global como por exemplo o aumento do deserto e o aumento do nível do mar que vai ter como consequência furacões ou tsunamis. Refere que a humanidade enfrenta três ameaças : desafio nuclear, desafio tecnológica e o desafio ecológico .

Agora temos uma ecologia global, uma economia global e ciência global, mas ainda estamos presos à política nacional. Esse descompasso impede que o sistema político enfrente com eficácia os problemas principais. Para ter uma política eficaz, devemos globalizar a economia e a ciência principal ou devemos globalizar a política. Em vez disso, globalizar a política significa que a dinâmica política dentro dos países dá muito mais peso aos problemas e interesses globais.

Capítulo8(Pág.(155-168))(08/12/2021)

Religião- “Agora, é Deus que está ao serviço da nação”.

Harari diz que para entender o papel das religiões tradicionais no mundo do século 21, precisamos distinguir entre três tipos de problemas:

1- Problemas técnicos: Agricultura Cristã: como os agricultores de países áridos devem lidar com as severas secas causadas pelo aquecimento global?

2 – Problemas de política: Economias Muçulmanas: que medidas o governo deve adotar para prevenir o aquecimento global em primeiro lugar?

3 – Problemas de identidade: As Linhas traçadas na areia: devo me preocupar com os problemas dos agricultores do outro lado do mundo?

Realizou algumas pesquisas para descobrir por que as religiões ortodoxa oriental e cristã ocidental se ramificaram. Um dos principais pontos de diferença que finalmente dividiu as igrejas foi que a maioria dos cristãos ocidentais usa uma versão do Credo Niceno que afirma que o Espírito Santo “procede do Pai e do Filho”, ao passo que a versão ortodoxa original não apresenta ‘ e o Filho ‘. E aí descobriu a principal diferença.

Capítulo9(Pág.(169-188))

Imigração- “Algumas culturas podem ser melhores do que outras”.

Para esclarecer as coisas, o autor define imigração como um acordo com três condições ou termos básicos.

 1 – O país de acolhimento permite a entrada de imigrantes.

2 – Em contrapartida, os imigrantes devem abraçar, pelo menos, as normas e valores do país de acolhimento, mesmo que isso signifique renunciar a algumas das suas normas e valores tradicionais .

3 – Se assimilarem em grau suficiente ao longo do tempo, tornam-se membros iguais e de pleno direito do país de acolhimento. Eles tornam-se em um de nós.

Precisamente porque valorizamos a tolerância, diz Harari, não podemos permitir a entrada de muitas pessoas intolerantes. Embora a sociedade tolerante possa administrar minorias mais liberais, se o número de tais extremos exceder um certo limite, toda a natureza da sociedade muda. Se trouxermos muitos

Capítulo10(Pág.(169-188)) (22/12/2021)

Terrorismo- “Não entrar em pânico”

A ameaça do terrorismo está nos assustando há pelo menos 1 década, desde o ataque aos Estados Unidos em 2001. Mas a verdade é que todo o terror provocado pelo terrorismo é puro controle da mente. 

O terrorismo aumenta suas próprias ações e promovem o pavor de propósito, para obter o controle da situação. Os terroristas esperam alcançar seus objetivos incentivando que países reajam de modo extremo e tomem decisões precipitadas, baseadas no medo. 

E só isso podem fazer, pois possuem tão pouco poder, que nunca poderiam entrar em uma guerra de verdade. 

Capítulo11(Pág.(189-200))

Guerra-” Nunca subestimar a estupidez humana”

Vivemos décadas de paz.

Vencer uma guerra antigamente significava influenciar toda uma nação e enriquecer através disso. Hoje, saquear um país levando todas suas riquezas materiais provavelmente não vai gerar tanta riqueza assim. 

Empresas, como a Apple, valem uma fortuna incontável, mas não é possível simplesmente roubá-la à força e carregá-la em caminhões para o país vencedor, como acontecia no passado.

Desde a última grande guerra, qualquer grande combate bélico é como declarar o extermínio de toda uma nação. Isso por causa das bombas atômicas, tecnologia que já é de acesso a diversos países e podem provocar a destruição completa de países inteiros. 

Capítulo12(Pág.(201-212))

Humildade- “Não somos o centro do mundo”

Mesmo diante de tudo que dissemos, o autor afirma que a guerra, ainda assim, é possível. A estupidez (e arrogância) humana é a causa de muitos erros, e poderia provocar uma guerra. 

A solução, aqui, é alimentarmos a humildade enquanto nação. Nós, enquanto indivíduos, não somos o centro do mundo, e o nosso país também não é.

Capítulo13(Pág.(213-228))

Deus- “Não inovar o nome de Deus em vão”

Outra maneira de evitarmos a estupidez humana e alimentarmos a humildade, é deixarmos de usar o nome de Deus para professar preconceitos e segregações.  E a verdade é que não precisamos ser religiosos para agir moralmente ou amarmos os outros

Capítulo14(Pág.(229-236))

Secularismo- “Reconhecer a nossa sombra”

A prova de que não precisamos de religiosidade para seguirmos a moral é o secularismo. 

Em outras palavras: você não precisa começar a frequentar uma igreja para começar a exercitar bons valores morais. 

Capítulo15(Pág.(237-252))

Ignorância – “Sabemos menos que Julgamos”

Mesmo que a gente leia e consuma o máximo de conteúdo possível sobre nosso contexto político, a verdade é que nunca saberemos de todos os detalhes ou a verdade absoluta.

Saber que somos ignorantes evita a reprodução de discursos fajutos. Reconhecer a própria ignorância significa entender que nenhuma verdade é absoluta, e que sempre existe o outro lado da moeda. E você precisa estar disposto a ouvi-lo também. 

Capítulo16(Pág.(253-260))

Justiça – “A nossa noção de justiça pode estar ultrapassada”

A justiça parece estar baseada em noções sobre a moral bem determinadas, porém, o problema surge quando percebemos que nada é tão preto no branco quanto parece. 

Cada ação gera uma sequência de diversas ramificações, que podem ser analisadas tanto como injustas como justas, a depender da forma como você interpretar a situação. 

Capítulo17(Pág.(261-268))

Pós-Verdade- “Certas noticias falsas duram para sempre”

A falta de confiança na mídia tradicional é terreno fértil para as teorias de conspiração e, consequentemente, fake news

E, acredite, a epidemia de fake news não é um advento recente, e o que a longa história da humanidade nos mostra é que algumas fake news podem durar muito tempo – coisa de centenas de anos! 

Uma maneira de combater a impotência diante de um contexto como esse é entender: sim, você deve duvidar das verdades que ouve nos jornais, grupos de WhatsApp e qualquer outra mídia. 

Porém, deve logo em seguida buscar por informações em muitas outras mídias diferentes, reunir dados e, inclusive, teorias científicas legítimas. 

Capítulo18(Pág.(269-284)) (28/12/2021)

Ficção Científica– “O futuro não é como vemos nos filmes”

A humanidade é guiada por histórias, fictícias ou não. Trabalhamos tanto porque queremos ter dinheiro para bancar um estilo de vida que assistimos na televisão.  No século 21, a ficção que pode nos levar à caminhos melhores é a ficção científica. Ela pode nos levar a entender problemáticas tecnológicas que estamos tendo agora, e nos ajudar a criar no mundo real aquilo que idealizamos no mundo fantasioso.

Capítulo19(Pág.(285-298))(Pag.

Educação -“A mudança é a única constante”

Diante de um mundo assim, a grande questão é: como educar nossos filhos se nem nós mesmos sabemos como o mundo estará daqui a 20, 30 ou 50 anos? 

Toda informação possível está disponível na internet. O que o seu filho precisa não é virar uma enciclopédia, pois tudo que ele precisa saber está disponível em 2 cliques no Google

O que precisamos passar, de fato, é a capacidade de analisar todas as informações que está disponível. 

Capítulo20(Pág.(299-310))

Sentido- “A vida não é uma história “

Muitas pessoas precisam de um grande sentido para tudo que estão vivendo e vão viver. O caminho da maioria é ouvir os preceitos de religiões e grandes ideais já propagados por grupos. 

Bem, é possível viver uma vida de paz como um religioso, mas essas crenças pregam muito mais correntes e prisões do que coisas que podemos, de fato, fazer.  

Yuval Noah Harari afirma que o melhor que você pode fazer é construir seu próprio sentido para a vida, através de autoconhecimento e uma própria identidade. 

Capítulo21(Pág.(311-352))

Meditação- “Observar, simplesmente”

conseguem se encontrar em religiões, e mesmo para aquelas que já se encontraram na mesma. 

Uma forma de entender melhor não só a si mesmo, mas também o seu contexto e as nuances do mundo, é através da meditação. 

Ela ajuda a entender como sua mente funciona, e a entender o que você precisa fazer para que a vida ganhe sentido para você. 

Resumo 2ª Livro

Livro- Branding: A arte de construir marcas , autor Marcos Hiller.

Branding: a arte de construir marcas by Marcos Hiller

Um livro que vai além da capa para falar sobre marcas, Marcos Hiller, faz deste livro um verdadeiro diálogo pessoal por algumas horas no café que ele tanto fala e recomenda em São Paulo. Uma narrativa bem jovial e direta no assunto. Falar de Branding é com ele mesmo, logo no início ele fala que Branding vai além da identidade visual da marca, que é composta por: Nome da Marca; Logotipo; Símbolo; Mascote; Embalagem; Registro e Brand equity.

 Branding também é a essência e filosofia da marca.    

O livro fala dos esforços e grandes investimentos das marcas no departamento de Marketing para se manter na alta competitividade nos meios de comunicação moderna, estamos a  falar das médias sociais, assim, como a Hyundai investiu milhões para hoje, em um curto espaço de tempo,para se transformar em uma marca que vai além do I30, ser referência quando se fala de conforto e tecnologia, dentro de um cenário automotivo já “dominado” pelas grandes empresas no Brasil.

O autor, deixa claro a sua admiração pela marca Apple e muito mais explicito a sua veneração pelo Steve Jobs ,  sem dúvida que ele fez um estudo minucioso dentro da principal loja da marca na cidade de Nova York.

O autor não fala exclusivamente da marca Apple, mas das maiores marcas como: Coco-Cola, Mc donalds, Nestle, BlackBerry entre outras, mas uma que não posso deixar de falar e que me chamou mais atenção  é a marca, Obama, sim, a marca do Obama, o presidente dos Estados Unidos.

Gostei e recomendo a leitura do Livro, pelo  conteúdo, pela  análise mercadológica e principalmente por me fazer querer continuar a estudar e conhecer  Marcas, identidade visual e Branding. 

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