Livro 2 – Fortaleza Digital

Brown, Dan. (2013). Fortaleza Digital (1st ed.). Bertrand Editora, Lda
1.º Resumo – 31 de Outubro (pág. 11 – 53)

A história inicia se com a apresentação de duas personagens, Susan e David, que se encontram noivos e incapazes de passar o fim de semana juntos, porque David fora chamado de urgência. Após isso Susan fora contactada pelo vice-diretor da NSA para uma urgência na Cripto, um subconjunto da NSA (National Security Agency).

Seguidamente Susan relembra como se conheceram e os primeiros meses de namoro, descrevendo os seus encontros e algumas conversas entre eles, sendo uma das conversas como ela tinha entrado para a Cripto e o porque de gostar de decifrar código e explicar a David o que fazia na NSA.
Voltando ao presente, Susan entra no seu local de trabalho, a sala onde se encontra o TRANSLTR, o computador mais potente e mais caro do mundo, capaz de decifrar um código de 64 bits em 12 minutos (o antigo computador mais rápido da NSA demoraria 99 anos para o fazer).

A emergência que fizera Susan deslocar-se ao trabalho era que o TRANSLTR estava a mais de 15 horas a trabalhar numa código (nunca demorou mais que 1 hora em código externo e 3 horas em interno), concluindo que se tratava de um código indecifrável, um texto simples mas rotativo, ou seja o computador encontra a chave certa mas continua a calcular por não se ter apercebido que a encontrou. Este código criado por Ensei Tankado ex-funcionário da NSA, demitindo-se por ser contra o TRANSLTR.

2.º Resumo – 07 de Novembro (pág. 54 – 108 )

Fortaleza Digital, o nome dado pelo Ensei ao código indecifrável, estava disponível para download em toda a internet para que todos pudessem comprovar a veracidade deste, o objetivo era o leilão da chave que decifrava o Fortaleza Digital. O TRANSLTR também não consegui decifrar a chave, uma vez que esta estava dentro do próprio Fortaleza Digital. Ensei ainda deu a chave a uma pessoa para que caso lhe acontecesse alguma coisa esta fosse divulgada para todo o mundo. Sem opções a vista decidem falar com o Ensei e licitar o código, no entanto este encontra-se morto.

Enquanto isso David tinha acabado de aterrar para a sua missão.
Morto, o criador do Fortaleza Digital, tivera um ataque cardíaco em Espanha, e para a NSA não parecer culpada e a chave não ir parar à internet era necessário encontra o parceiro de Ensei. Não sabendo a entidade deste, apenas um nome North Dakota, será necessário descodificar o endereço de email para descobrir a sua morada. Entretanto Susan fica a saber que o seu chefe manda David para Espanha.

Depois de uma acesa discussão entre Susan e Strathmore sobre o facto de David ter id para Espanha esta decidi ajudar o chefe na descoberta da chave. Enquanto isso em Espanha o objetivo de David era pegar nas coisas de Ensei e voltar, mas descobre que algo não esta bem.

No japão, Tokugen recebera um telefonema de Dakota para venda das duas chaves, sendo que Ensei deixaria de ser um problema.

Enquanto isso, em Espanha, David anda a procura de um objeto desaparecido do corpo de Ensei e não pode ir embora sem ele, pois segundo Strathmore contem a chave.

3.º Resumo – 21 de Novembro (pág. 109 – 153 )

David tinha chegado ao hospital, que anteriormente tinha sido uma escola, a fila de espera era enorme e ele não detinha de tempo para estar a espera. Decidiu, no entanto, de ligar para o hospital e fazer-se passar por um funcionário da embaixada canadiana, no entanto a sua artimanha não obteve sucesso. Por sorte ao olhar para a clínica encontrou o canadiano sentado.

Enquanto isso, Dakota informa o seu cliente que ainda não tem a segunda chave, mas que esta irá ser encontrada e Tokugen irá ter direitos exclusivos sobre o Fortaleza Digital, uma vez que todos que tivessem contacto com a chave seriam eliminados.

Após ter encontrado o canadiano, Pierre, mais uma vez David fez-se passar por funcionário da embaixada canadiana no intuito de conseguir retirar o anel ao atual proprietário. No entanto apos a conversa com o senhor apercebe-se que este não aceitou o anel, mas sim um alemão acompanhado por uma prostituta.

No sentido de encontrar a acompanhante, pois recuperar o anel a sua prioridade, decidiu ligar para as agencias de acompanhantes, três, não obteve resposta positiva de uma ruiva, ate à ultima, esta apresentava duas meninas ruivas, porém cometeu um deslise e o senhor Rodaln pensou que seria uma rusga e acabou a conversa dizendo que as suas meninas eram só para almoços de negócios.

No Hospital, Pierre encontrava-se a dormir ate que um sujeito deitara um líquido azul na sua medicação intravenosa, Pierre estava morto.

Sentado num banco e sem rumo David pensava como iria encontrar o anel, neste caso a resposta seria encontra a ruiva, depois de pensar finalmente conseguir juntar o nome que da ruiva que o Pierre lhe tinha dito no hospital, com o nome de uma das ruivas, a acompanhante que ele procurava era a Rocío.

Chegando a conclusão que tinha que voltar a ligar para a agência e saber onde Rocío esta, desta vez David optou por uma abordagem diferente, e claro consegui encontrar o nome do hotel onde o alemão e a menina se encontravam hospedados.

Entretanto na NSA, Susan encontrava-se a espera de respostas na codificação do email de Dakota e qual é o seu espanto que vê o seu analista Greg Hale a entrar na sala, ficando surpreendida por o ver ali tenta saber qual o seu objetivo. Susan não podia deixar de saber que o TRANSLATER está a trabalhar à mais de 16 horas principalmente a Greg, ela não confiava nela. Strathmore chegou a sala e deparou se com Greg com isto teria que chamar Susan para fora da sala para falar, enquanto isso Grey acedeu ao pc de Susan e cancelou o programa que estava a correr para descobrir Dakota.

4.º Resumo – 28 de Novembro (pág. 154 – 189 )

Enquanto isso David tentava descobrir em que quarto Rocío se encontrava. Quando chegou ao quarto onde se encontravam, descobriu que o anel já tinha sido vendido. Depois de conversar com Rocío, esta disse-lhe que acabou de dar o anel a uma desconhecida punck encontrada no parque, não sabia o nome dela, nem de onde era, apenas que tinha os cabelos azuis, vermelhos e brancos e vestia uma camisola de Inglaterra, e estava cheia de joias.

Enquanto isso na NSA, Susana estava de volta ao escritório, e Greg tinha iniciado uma estranha conversa com ela sobre o Ensei escrever um código indecifrável, e se achava se era possível. Dada a situação Susan tentou cortar a conversa e ficou pensativa o porque de Greg ter começado aquela conversa. Após mais algum tempo de espera Susan começou a achar estranho que o Tracer ainda não tinha obtido resultados e decidiu ver o tempo a que estava a correr, no ecrã apareceu uma mensagem a dizer que este tinha sido cancelado, Susan ficou petrificada e começou a procura do porque de este ter sido cancelado, seria um bug ou uma erra externo, após colocar o programa este disse que tinha sido cancelado devido ao Código de Erro 22: Cancelamento manual.

Após ter chegado a conclusão que a única pessoa a ter acesso ao seu terminal teria sido Greg, embora ela não soubesse como ele conseguiria ter acesso ao seu código, ela foi procurar pistas no terminal de Greg, uma vez que ele tinha saído da sala, o que encontrou fez com que ficasse completamente espantada, Greg era o Dakota.

5.º Resumo – 11 de dezembro (pág. 190 – 205 )

Enquanto isto no hotel, em Espanha, o alemão e a Rocio tinham acabado de ser mortos, eliminados, uma vez que tinham visto o anel e a função do sujeito era eliminar todas as pessoas que tivessem contacto com o anel.

David ainda estava no hotel, porém não se apercebeu de nada, apenas estava concentrado de como iria recuperar o anel.

Na NSA, Susan debatia-se de como iria contar ao Strathmore o que acabara de descobrir, ele acabara de receber uma chamada o que fez que Susan tivesse de alterar os seus planos. E Grey estava a desconfiar que se passava alguma coisa.

Chad, era o assistente pessoal do diretor, tratava dos relatórios da NSA e estava a trabalhar num sábado, as cinco da tarde pronto para sair, apareceu Midge, a analista da segurança interna, com relatórios que tinham que ser compilados e analisados ate segunda. Chad pegou no primeiro relatório e viu que eram da Cripto, e tinha que analisar o CMD que representava quanto custava um código a ser decifrado pelo TRANSLATER. O implorante era o valor estar abaixo dos mil dólares por código. Quase a acabar ouve um número que o chamou atenção 999.999.999 (um bilião de dólares) ficou perplexo de como um código custava tanto, depressa voltou a chamar a Midge.

6.º Resumo – 20 de dezembro (pág. 206 – 222 )

Na NSA, o Phil estava indignado por o Strathmore o ter mandado embora e ter contornado o crivo do TRANSLATER, este crivo protegia a base de dados da NSA de todos os vírus e uma vez desativado significava que a base de dados estava desprotegida. Então Phil decidiu ficar e contar o que Strathmore fizera ao seu chefe, Jabba.

Sem conseguir falar com o chefe, Phil decidiu que a melhor coisa a fazer era desligar o TRANSLATER, ignorando completamente as ordens de Strathmore.

Entretanto em Sevilha, David estava desesperado para encontrar a rapariga, porem, não sabe como faze-lo. Até que viu um autocarro onde estava um passageiro com o cabelo branco, azul e vermelho, tal como a descrição da rapariga. Acabara por entrar e descobriu que era um rapaz e o autocarro estava cheio de pessoas punk.

Chad e Midge ficaram perplexos com o valor que o código tinha no momento, tentaram perceber o porque de estar tão elevado e  chegaram a conclusão que o TRANSLATER estava a correr à 18 horas o que seria impensável. Decidiram então ligar para o Strathmore a ver o que se estava a passar. Apos a chamada, Strathmore garantiu que estava tudo bem e que o TRANSLATER estava a correr de 6 em 6 minutos como normalmente, no entanto Midge não acreditou no que o diretor disse.

7.º Resumo – 26 de Dezembro (pág. 223 – 244 )

Em Sevilha, David encontrava dentro do autocarro, onde os miúdos explicaram que hoje era um dia festivo e que todos os punks tinham o cabelo pintado daquela maneira. Queria sair do autocarro, visto que era uma causa perdida, porém este autocarro só parava num sítio.

Entretanto na NSA, Phil estava decidido a desligar o TRANSLATER devido ao vírus, mas Greg não podia deixar isso acontecer, então seguiu Phil.

Não convencida com a resposta de Strathmore, Midge ligou para Jacob a contar o que sucedeu e este garantiu que não sabia de nada e que, mais uma vez o problema deveria ser dos dados dela, garantiu também que se passasse alguma coisa com o TRANSLATER que o Strathmore seria o primeiro a ligar-lhe.

Voltamos a Sevilha, onde David tinha chegado ao fim da sua viagem de autocarro, um bar punk, onde todos estavam com o cabelo pintado de azul, vermelho e branco. Eram tanto e encontravam-se tão juntos que seria impossível descobrir uma camisola com a bandeira. Não sabia o que fazer.

Susan, ainda na casa de banho da NSA, não sabia o que fazer para contar ao Strathmore, no entanto tinha que contar, foi em direção ao gabinete quando ouviu duas vozes a discutir em baixo da grelha, e seguidamente um grito. Depois tudo ficou escuro.

David, pronto a desistir, cansado e sem paciência encontrou o Two-Tone, um punk que queria armar confusão com ele por estar sentado no lugar habitual dele. Depois de o “colocar no lugar”, two-Tone disse que ia ao bar todas as noites, e David aproveitou para lhe perguntar pela rapariga. Two-Tone informou-o que era a “miúda” do Eduardo.

Cripto encontrava-se as escuras. Susan tentou sair da casa de banho derrubando o que encontrava. Quando abriu a porta o que viu foi Strathmore debruçado nas escadas e quando ela chegou perto viu o Phil estendido seis pisos abaixo sobre as pás da turbina do gerador principal, foi o que provocou a quebra de energia, e ao fundo encontrava Greg.

8.º Resumo – 02 de Janeiro (pág. 245 – 356 )

David finalmente sabia o nome da rapariga, Megan, mas qual é o seu espanto que ela estava prestes a pegar um avião para sair de Espanha. David tinha 15 minutos para chegar ao aeroporto e deter Megan.

Susan e Strathmore estavam fechados na Cripto, uma vez que os geradores concentravam a sua energia para o TRANSALTER. Finalmente Susan pode dizer ao chefe que Greg era o Dakota e Strathmore não tem mais nada do que fechar Greg nos subníveis sem ele saber.

Na festa, em Sevilha, Two-Tone acaba de ser morto, mais uma vez ele tinha sido uma testemunha que tinha visto o anel.

Na NSA, Strathmore decidiu apagar todos os rastos do Fortaleza Digital, teriam que encontrar a chave que Greg possuía, queria ver o algoritmo como ele era, e depois sim apagar todos os vestígios e prender o Greg por morte do seu colega. Sem registo da existência do Fortaleza Digital Greg não tinha como se defender, pois achariam que era impossível o que ele estaria a dizer

David acabara de chegar ao aeroporto e perdera o avião e Megan. A funcionária não lhe dou informação, mais uma vez está perdido.

Susan tinha chegado ao terminal e qual é p seu espanto que Greg estava la, afinal ele não estava preso e tinha tido forças para sozinho abrir as portas. Greg apanhou Susan e imobilizou-a, com Strathmore ocupado no seu gabinete Susan estava sozinha.

Ainda desconfiada, Midge, queria saber o que Strathmore ainda a fazer e para isso ela volta a ligar a Jabba a informar que a Cripto esta completamente as escuras. Jabba diz-lhe que isso só seria possível caso houvesse um vírus, o qual só poderia ser inserido no TRANSLATER caso o Strathmore contornasse o crivo, coisa que ele não deveria ter dito. Agora Midge quer a chave do gaviete do diretor Fontaine para poder aceder aos acessos do TRANSLATER que são altamente confidenciais, Chad não a quer 1entregar, porém Midge tem provas da sua traição.

Susan estava em baixo de Greg, ele segurava-a e não a deixava sair. Tentou mentir-lhe e dizer que foi Strathmore que tinha morto o Phil e que o queria matar também, porem Susan não acreditou pois ela viu-o, Greg folgou um bocadinho as pernas o que permitiu que Susan lhe podesse dar um pontapé, sem prensar Susan apanha uma mesa e atira contra as portas de vidro e consegue sair da sala.

Enquanto isso no gabinete do diretor Midge procurava o prova como Strathmore tinha contornado o Crivo e quando a encontrou ela e Chad pensaram que tinham encontrado finalmente a prova contra o Strathmore, no entanto quando se viraram viram o diretor Fontaine furioso à entrada do gabinete.

David, mais uma vez sem saber o que fazer, foi a casa de banho, como a dos homens estava interdita entrou na das mulheres, e quando estava a sair encontrou uma rapariga que o insultou por se encontrar la, David pediu desculpas e saiu porem essa mesma rapariga correu atras dele pedindo lhe dinheiro para voltar para casa, David desconfiou que seria para drogas no entanto ele disse que lhe pagava o bilhete e ela aceitou. Apos ter perguntado o porque das marcas no braço ela disse-lhe que eram falsas e tentou apagar o resto da mensagem escrita e qual é p seu espanto que era o mesmo que o alemão lhe tinha dito. David tinha encontrado a rapariga. David pega no maço de notas para lhe dar o dinheiro em troca do anel, mas foi mal-intencionado e acabou por levar com gás pimenta. Deitado no chão e com dores tentou alcançar a rapariga, mas sem sucesso, até que chamou pelo nome dela e acbou por desmaiar. Quando acordou ouviu alguém a chamar por ele. Era Megan que estava curiosa por saber como ele sabia o nome dela.

Entretanto na NSA, Susan acabara por correr para o escritório de Strathmore pronta a cancelar o Fortaleza Digital e a sair dali. Mas Strathmore aparece a porta e impedia de cancelar, e mais ela repara que o elevador do escritório de Strathmore se encontra a funcionar. Pronta a sair dali, mas Strathmore não a deixa e pega numa arma e exige que ela se sente e para lhe explicar umas advertências.

Voltando ao escritório do diretor Fontaine, o diretor estava zangado com Midge e esta tentou explicar a situação, a qual o diretor disse para ela esquecer o assunto. O diretor confiava verdadeiramente no Strathmore pois ele próprio tinha instalado um espião invisível no terminal de Strathmore e confirmara que era de confiança e não escondia nada.

No escritório da Cripto, Strathmore tenta explicar a Susan qual é o seu plano com a esperança que ela o ajude e não se vá embora. Strathmore diz que o seu plano e alterar o código da Fortaleza Digital colocando uma porta traseira e informar a população da existência do TRANSLATER, capaz de codificar todos os códigos expeto o Fortaleza Digital e assim todas as pessoas o iriam usar e mais uma vez a NSA iria ter acesso as mensagens, pois devido a porta traseira que iria ser colocado no Fortaleza Digital, o TRANSALTER podê-lo-ia codificar.um plano de génio e Susan estava disposta a fazer parte.

Enquanto isso, David consegui finalmente o anel…. Mas isso não significa que estava livre de perigo, pois o homem com os óculos em aro estava a observa-lo.

Susan e Strathmore encontravam-se presos e as escuras na Cripto e a sua única saída era continuar com o plano, sem saber por onde andavam eles foram a procura de Greg, entretanto o pager de Strathmore tocou e provavelmente Greg tinha ficado a saber onde eles estavam. O pager, no entanto, trazia noticias de Espanha, mas não de David de outra pessoa, uma equipa que estava dentro de uma carrinha.

Tal como suspeitava o pager denunciou e Hale vi-o em direção a eles atirando Strathmore para o chão e apanhando Susan. Susan encontrava-se com o pescoço preso e sem ar, ate que Greg chama por Strathmore para o poder libertar. Strathmore aparece e aponta uma arma a Hale na tentativa de libertar Susan, no entanto Hale estava disposto a sair dali com Susan e com a promessa que não contava o plano de Strathmore para ninguém. Porem Strathmore sabia que isso não iria ser verdade e mesmo com a ameaça de matar Susan, decidiu chamar a segurança e contar que tinha uma situação de reféns e uma morte na Cripto.

David ainda estava perplexo com o facto de já ter conseguido o anel, agora só bastava ligar para Strathmore e contar que já podia ir para casa, no entanto as linhas telefónicas estavam interrompidas, fora então para a casa de banho, mais uma vez das senhoras, lavar os olhos e qual e o seu espanto que encontra Megan morta e um homem com uma arma para o tentar matar. David entra em luta com o seu opositor e tenta fugir, conseguindo alcançar a sua mota e dirigiu-se para a pista onde possivelmente estaria o seu avião a sua espera.

Voltando a Cripto, Hale debatia-se com um novo plano, no entanto não sabia onde Strathmore se encontrava e se poderia estar pronto para o atacar no escuro. Hale pensou então em fugir pelo elevador e para isso arrastou Susan pelas escadas a cima sempre com ela atras dele não ira o Strathmore disparar, porém ouviu passos no andar de cima e Hale ficou confuso, não sabia onde Strathmore se encontrava. Desceu as escadas freneticamente e quando chegou ao fim levou uma pancada na cabeça mais uma vez Strathmore tinha enganando-o. Susan ficou preocupada com os planos do Fortaleza Digital não correm como esperado, no entanto Strathmore informou-a que não tinha ligado a segurança que apenas tinha mentido ao Hale.

David debatia-se na pista do aeroporto para tentar despistar o seu assassino que conduzia um táxi.

Jabba acabara a sua tarefa e quando finalmente se preparava para descansar sentiu um forte puxão nos seus pés, era Soshi, o principal assistente do chefe da Seg-Sig, a indicar-lhe que havia algo de grave na base de dados e Jabba apresou-se a ir ver.

Na Cripto as coisas não corriam bem, enquanto tentavam descobrir provas no terminal de Greg as sirenas da Cripto soam, os servidores do TRANSLATER estavam a aquecer e era necessário desligar o código que estava a correr. Strathmore foi imediatamente fazer isso e deixou Susan sozinha com Greg. Devido ao barulho Greg acabou por acordar e tentando mais uma vez convencer Susan que ele estava inocente e que o culpado era Strathmore, mas Susan não acreditou e foi buscar provas, o seu terminal que deixara a correr para descobrir quem era Dakota, qual o seu espanto que o tracer respondeu que era Ensei. Foi ai que Susan percebeu tudo, o Fortaleza Digital não tinha passado de uma distração para poder ser colocado um vírus na base de dados, para o vírus conseguir entrar era necessário desativar o crivo, coisa que Strathmore tinha feito para poder correr o código do Fortaleza Digital.

Susan correu para informar Strathmore, e que deveria ser desligado imediatamente o TRANSALTER, no entanto este era impossível de desligar a não ser com a chave que David tinha de encontrar. Mas como todos os computadores era possível desligar manualmente e formatar, perdendo dados, mas a melhor maneira para evitar que a base de dados da NSA seja destruída.

David debatia-se ainda com o táxi, no entanto já tinha saído do aeroporto e ia em direção ao centro de Sevilha, ele sabia que se chegasse lá tinha uma hipótese, as ruas eram estreitas e não cabia um carro, talvez duas pessoas ou uma pequena mota.  Entrando na autoestrada sempre com o táxi próximo dele e debaixo de tiros ele acelerava o mais que podia para conseguir chegar ao centro e após alguns minutos ele conseguiu e despistou o táxi. Estava salvo por enquanto. 

Porém a sua sorte tivera pouca sorte, pois a mota ficou sem gasolina e ele teve que continuar a pé, e passado algum tempo estava a ser perseguido outra vez e mais tiros continuaram inclusive um deles chegou a acertar-lhe. Desconhecendo as ruelas e com o seu opositor a segui-lo chegou a uma rua sem saída, tentou voltar para traz, mas o homem já se encontrava a bloquear-lhe o caminho. Iria ser o seu fim.

9.º Resumo – 06 de Janeiro (pág. 357 – 400 )

David ouviu os sinos a tocar, e pensou que estavam em sintonia com o seu fim, mas os sinos não paravam e ele abriu os olhos foi aí que se apercebeu que havia uma multidão na rua, pensou depressa e misturou-se nela, mais uma vez por sorte, tinha despistado o seu opositor e dirigia-se de acordo com a multidão não conseguindo sair.

Enquanto isso na Cripto Strathmore, estava sozinho e pensara no que tinha feito, como tinha sido enganado e as consequências que iam ter, decidiu então escrever uma nota de suicídio.

David encontrava-se agora dentro da igreja na esperança que o seu adversário não tivesse entrado, porém, estava enganado, pouco tempo depois ele tinha visto o homem e nesse instante baixou-se no chão, embora as pessoas que estavam ao seu redor não tivessem ficado muito contentes. Era altura da comunhão e as pessoas estavam a espera que ele saísse para ir comungar e ele sabia que quando se levantasse iria ser descoberto.

Susan encontrava-se seis pisos abaixo do solo tentando desligar o TRANSATER quando ouve o som de um tiro e depressa pensou que tinha sido o comandante. Apressa-se a subir as escadas e qual e o seu espanto que ao olhar para o modulo 3 não vê o comandante, mas sim o Greg estendido no chão e com uma nota de suicídio a contar tudo o que tinha acontecido e a culpar-se por todos os crimes inclusive a morte de David, neste instante chega Strathmore ao pé da Susan.

Hulohot, o homem que quer matar David, encontra finalmente o casaco caqui que o David trazia vestido e aproxima-se dele com a intenção de o matar silenciosamente, tirar o anel e deixa-lo sentado no banco sem que ninguém se apercebesse, sairia e ninguém daria por nada. Porém os seus planos não saíram como esperavam, apos ter matado o casaco caqui não encontrou o anel foi ai que olhou para a cara do homem, aquele não era David.

Midge estava petrificada com o que o diretor tinha decidido, e quando apareceu o Brinkerhoff para a impedir de ir a Cripto ela ainda ficou mais zangada. No entanto convencido que a cripto já estaria a funcionar e olharam para a janela, o que viram foi assustador.

David ainda se encontrava dentro da igreja e com o casaco preto estava livre de perigo, pensava ele. Quando se prepara para receber o vinho vê Hulohot perto com a arma pronta a disparar, sem pensar duas vezes começa a correr para o gabinete do cardeal onde o encontra e lhe pede por uma saída, esta existe atrás de uma cortina vermelha.

Strathmore depois de aparecer falou com Susan e preparou-se para ir desligar o TRANSLATER, ao ir a descer recebeu uma chamada de Numataka a perguntar pela chave, e Strathmore informou que não haveria chave e que o Fortaleza Digital era apenas um vírus, desligou o telefone e foi ai que pensou em tudo o que tinha feito, mandar o Hulohot, o seu melhor mercenário, matar o Ensei e parecer um ataque cardíaco, mas o seu plano correu mal e não consegui tirar o anel, dai ter enviado o David.

Entretanto em Sevilha Hulohot segui David e ao chegar à rua não o viu em lado nenhum, seria impossível que ele tivesse corrido tando em tao pouco tempo, foi ai que pesnou que ele poderia ter subido para a torre, mas esta sem saída, David seria assim tão estupido?

Enquanto isso na sala de reuniões o diretor Fontaine e os outros viam a Cripto que parecia um espetáculo de fogo de artificio, já tinham tentando contactar Strathmore mas sem sucesso ate que se aperceberam que ele já tinha tentado desligar o TRANSLATER mas sem sucesso, entretanto liga Jabba a informar que há um problema na base de dados.

Já em Sevilha, Hulohot pensou mais uma vez que tinha apanhado David, mas ao chegar ao cimo da torre esta encontrava-se vazia. David tinha descido por uma janela e ficado pendurado do lado de fora a espera que o seu carrasco passasse. Assim que Hulohot passou, David depressa entrou para dentro das escadas da torre e começou a correr para sair dali. Holohot apercebeu-se e seguiu tentando sempre ter um tiro limpo, porem isso não era possível. Quando estava perto da sombra de David sentiu algo a bater nas pernas e desequilibrou-se, passou por cima de David que lhe tinha acertado com um ferro nos calcanhares e começou a rebolar pelas escadas abaixo acabando por perder a pistola pelo caminho. Quando David chegou ao pé do Hulohot este estava morto e David pode respirar de alívio ou pelo menos pensava ele. Ao ir embora uma carrinha chegou ao pé dele e pediu-lhe para entrar, David tentou fugir, mas ouviu um tiro e David sentiu dor e escuridão.

Strathmore tinha descido para desligar o TRANSLATER e mais uma vez estava envolto dos seus pensamentos, o que fizera e as pessoas que tinha matado indiretamente, inclusive David que seria uma dessas mortes, simples e puramente para ele ficar com Susan. Entretanto e já as escuras, no modulo 3 Susan sente algo a vibrar, era o pager de Strathmore ele tinha se esquecido dele no casaco.  Ao chegar ao modulo 3, agora já iluminado, Strathmore viu Susan de pé e a olhar para ele, de uma forma fria, Susan entrega-lhe o pager e Strathmore percebe tudo, ela tinha lido as mensagens e tinha visto a lista de mortes que ele tinha ordenado, inclusive a de David.

Susan atravessou Strathmore e deixou-o sozinho, mas ao chegar à porta esta estava fechada, tinham sido apagados os códigos e encontra-se novamente presa. Strathmore chegou perto dela e abraçou-a e disse que a amava e tudo o que tinha feito tinha sido por eles dois, sem forças para responder Susan simplesmente deixou-se estar, ate que atrás deles ouviram um ruido, o TRANSLATER tinha-se incendiado.

10.º Resumo – 16 de Janeiro (pág. 401 – 440 )

Fechados na Cripto e sem para onde sair Susan queria morrer, pois sem David não nada, Strathmore arrarava-a e não a deixava sair, mas mesmo assim, Susan ganhou forças e libertou-se dele e fugiu para o escritório de Strathmore mesmo a tempo do incendio deflagrar o TRANSLATER. A explosão fê-la perder os sentidos.

Enquanto isto o Diretor Fontaine via tudo da sala de reuniões e ordenou que mandassem uma equipa imediatamente.

Susan recupera os seus sentidos, e tenta encontrar escapatório justo do elevador que existe no escritório, toda a Cripto estava em chamas, era a sua única saída. Necessitava de uma senha para abrir o elevador, a qual ela não tinha, mas uma ideia veio a cabeça, Strathmore disse que a amava e se a senha fosse o seu nome. Susan escreveu o seu nome no painel e o elevador abriu-se. Estava salva.

Fora dar ao parque subterrâneo e do nada aparece um carro que lhe pede para entrar, era o Brinkerhoff, que se apresenta e diz-lhe que precisam de toda a ajuda possível. Ele leva Susan ate ao diretor Fontaine e ambos se apressam para a base de dados.

Já no interior do lugar onde se encontra a base de dados, Susan viu todos de um lado para o outro completamente atarefados para deter o vírus, ou verme, como Jabba lhe chamava, pois neste caso o vírus estava programado para entrar, fazer o que esta programado e autodestruir-se. Após saber que era necessária uma chave para o fazer parar Jabba implorou ao chefe Frontaine que desse o que o Tankado o que ele queria, no entanto, tal situação seria impossível, uma vez que ele estava morto.

Uma programadora acabara de descobrir o que o verme está programado para fazer, destruir as 5 barreiras de proteção que defendem a base de dados, sem elas todas as pessoas têm acesso as informações contidas na base de dados. Sem saber o que fazer o próximo passo seria desligar a base de dados, mas as implicações dessa ação seriam devastadoras, ou então encontrar a chave. Nesse momento Susan informa que a chave esta em Espanha e que Strathmore tinha mandado alguém para a ir buscar.

Susan não disse mais nada e afastou-se, Fontaine tinha de tomar uma decisão, Jabba pressionava para desligar a base de dados, mas Fontaine disse que não, ia-se esperar, dito isso contacta Midge e diz para avançar.

Quando Midge aparece na sala, anuncia que a central esta a passar uma transmissão para a sala e no ecrã aparecem dois homens sentados nun posto de contro montado numa carrinha. Fontaine tinha-os enviado para Espanha no sentido de vigiar Hulohot.  

Os homens da carrinha começaram a dizer o relatório ao diretor Fontaine informando que tinham seguido o Hulohot durante 3 dias ate que o encontraram morto, mas sem saber do objeto.

Os homens procuraram a chave pertos dos dois corpos inanimados na carrinha, mas não obtiveram sucesso, não sabiam onde a encontra. Nisto Susan levanta-se a gritar que David estava morto, o homem ao lado de Hulohot era David.

David ouviu a voz da Susan a chamar por ele e pensado que estava morto e estava no céu, no entanto aos poucos e poucos a sua visão estava a voltar e ele estava a ficar consciente. Afinal os homens da carrinha não o mataram apenas o puseram a dormir para o tirar das ruas. David tinha o anel.

Bastava agora que David dissesse o que estava escrito no anel, sem erros pois só tinham uma tentativa para colocar a chave. David começou então a transcrever palavra por palavra o que estava no anel, até que chegou ao espaço. Todos ficaram perplexos, códigos não tinham espaços. A chave não era aquela. Mas então porque ter dado o anel? Os homens da carrinha tinham um filme do assassinato de Tankado para tentar perceber.

11.º Resumo – 23 de Janeiro (pág. 441 – Final )

O vídeo mostrava exatamente como tinha sido a morte de Tankado, a bala de borracha a bater no peito, simulando assim um ataque cardíaco, sem que Tankado se tivesse apercebido que tinha sido assassinado. Então o porque de ele ter dado o anel e onde estaria a chave.

Sem mais opções o diretor Fontaine ordenou que a frase que estava no anel fosse usada como código, mas após a inserção desta todos se aperceberam que tinha sido a chave errada, a correta só usava números.

Com o código errado o verme tinha acelerado o seu funcionamento e neste momento da base de dados estava completamente exposta. Fontaine ordenou que fosse fechada, mas já era demasiado tarde, os piratas informáticos já tinham entrado. Mas Susan estava a pensar que algo não batia certo.

Uma programadora descobriu código que não fazia falta no original, linhas de código que não faziam falta eram só lixo, mas Susan sabia que o Tankado não deixava lixo no seu código, era limpo. Então pensou que poderia ser um código crepitado, mas não fazia sentido até que David lhe deu indicações de que poderia ser 64 letras.

Agora era mais claro, 64 letras, formavam um quadro perfeito, a cripto da caixa de césar, bastava ler de cima para baixo. Após isso formou-se uma frase perfeitamente nítida para desvendar,

“PRIME DIFFERENCE BETWEEN ELEMENTS RESPONSIBLE FOR HIROSHIMA AND NAGASAKI”

tinham uma charada entres eles para descobrir o código, isto em seis minutos. A fase não era clara e Susan estava a pensar em que numero é que poderia resultar dali, sem dizer nada Fontaine tinha perdido a esperança. Até que mais uma vez David informou que a palavra elementos era elementos da tabela periódica, as duas bombas tinham sido construídas com elementos diferentes, uma uranio e outro plutónio, agora só bastava saber a diferença entre elas.

Como iriam descobrir qual a diferença entra as duas bombas, ainda por cima em menos de 5 minutos e sem saber o que procurar, apenas sabiam que era um número primo. No entanto a programadora disse que afinal as duas bombas eram de uranio, embora fosse do censo comum que uma era de plutónio.

Apesar de ser uranio, as bombas usavam uranio com isótopos diferentes, que também diferem no peso, a diferença será então o número que resulta da subtração do peso, porém esta diferença não é exata difere de laboratório para laboratório. Com apenas 12 segundos para ficarem sem escudos, não se sabe a chave.

Faltam dez segundo e ainda não se sabe a diferença entre os dois urânios, a diferença entre o uranio 238 e o uranio 235, até que David e Susan gritaram ao mesmo tempo o número 3, esse era o código, o que Tankado estivera sempre a dizer, ele não estava a dar o anel, mas sim a mostra o número 3. O tempo tinha acabado e Susana correu para o teclado de Jabba e introduziu o número 3, o código de cancelamento tinha sido correto e aos poucos as firewall começaram-se a formar novamente, os piratas não tinham tirado quase nenhuma informação e nenhuma completa.

Com o problema resolvido, Susan e David puderam finalmente ir ao seu fim de semana romântico que tinham planeado, no hotel David pedira outra vez Susan em casamento, ela diz que não se casa com ele enquanto não lhe disser o que “sem cera” significa, o único código que ela não consegue decifrar.  


Apresentação das Personagens

Susan Fletcher – A melhor criptólogo da NSA e noiva de David Becker, brilhante e excelente matemática. Ajuda Strathmore na sua luta para inutilizar o Fortaleza Digital.
David Becker – Noivo de Susan, professor universitário e profundo conhecedor de línguas estrangeiras as quais fala perfeitamente.
Trevor Strathmore – Vice-Diretor da NSA. Descobre a existência do Fortaleza Digital e entra na luta para desencriptá-lo a proteger a segurança dos Estados Unidos.
Carl Austin – Criptógrafo demitido por digitalizar uma foto erótica editando-a com o rosto de Susan.
Phil Chartrukian – Funcionário da área de segurança de sistemas – Seg-Sis – da NSA. Alerta para a possível existência de um vírus no TRANSLTR.
Ensei Tankado – Japonês portador uma deficiência física causada pelas radiações da bomba de Hiroshima, e ex-funcionário da NSA, jura vingar-se dos EUA ao desenvolver o Fortaleza Digital.
North Dakota – Suposto ajudante de Ensei Tankado. Tem a missão de tornar o público o Fortaleza Digital na eventual morte de Tankado.
Leland Fontaine – Diretor da NSA. Está numa viagem à América do Sul quando a ação começa.
Tokugen Numataka – Diretor de uma bem-sucedida empresa japonesa. É abordado por North Dakota via telefone que lhe propõe vender o Fortaleza Digital por 20 milhões de dólares.
Pierre Cloucharde – Turista canadense , que teria recebido o anel de Ensei Tankado antes de este morrer e foi assassinado num hospital.
Greg Hale – Criptógrafo muito belo e inteligente que entra para a equipa da NSA após descobrir uma falha num algoritmo desenvolvido pela Agência, o SkipJack.
Señor Roldan – Proprietário de uma empresa de acompanhantes.
Manuel Buisán – Rececionista do hotel Alfonso XIII .
Rocío Eva Granada – Prostituta espanhola que acompanha Hans Huber na praça onde Tankado morre.
Hans Huber – Alemão descrito como gordo, testemunha juntamente com Rocío a morte de Tankado.
Chad Brinkerhoff – Secretário do Diretor Fontaine. Tem um caso com Carmen Huerta e acompanha Midge Milken nas suas suspeitas de que há algo errado na NSA.
Midge Milken – Vigilante e membro do alto-escalão da NSA, trabalha na segurança interna da agência. Famosa por ter uma intuição incrível que nunca falha.
Carmen Huerta – Cantineira da NSA. Tem um caso com Chad Brinkerhoff sem saber que é vigiada pelo Big Brother, ou seja, o sistema de vigilância, e, consequentemente, por Midge Milken.
Jabba – Chefe da secção de Segurança de Sistemas da NSA, é chamado sempre que há um problema de informática. Profundo conhecedor de segurança da informação. Tem acesso a mais segura rede da NSA.
Two-Tone – Adolescente punk, magricela e desocupado. Tenta arranjar confusão com Becker mas é frustrado pelo mesmo e acaba por ajudá-lo.
Megan – Adolescente punk, fica com o anel de Tankado que estava com Rocío. Tenta vendê-lo para conseguir uma passagem de volta a sua terra natal nos Estados Unidos .
Hulohot – Mercenário português por conta de North Dakota. É surdo e usa óculos de armação de metal. Tem a missão de matar quem estiver ou esteve na posse do anel e recuperá-lo.
Soshi – Ajudante de Jabba, aparentemente a única pessoa que ele leva a sério!

Livro 1 – Introdução ao Design de Interfaces

Gonçalves , Daniel , Fonseca , Manuel J., & Campos, Pedro . (2012). Introdução ao Design de Interfaces (3rd ed.). FCA – Editora de Informática, Lda.
1.º Resumo – 03 de Novembro de 2020 (pág. 3-18)

A interação Pessoa – Máquina (IPM) é a disciplina que estuda o design e a implementação de sistemas computacionais interativos para a utilização humana.

O livro que iremos ler começa com uma pequena introdução onde é descrito os três pilares fundamentais e o objetivo principal do livro, interfaces com o utilizador.  
Começa por explicar a importância da interface e das interfaces com o utilizador utilizando duas histórias reais, a do Voo 965 e a THEAR-25. Explicando que é importante ter em conta os fatore humanos na hora de fazer o design das interfaces.

A interfaces teve uma evolução ao longo dos anos, havendo 5 gerações divididas por décadas.

2.º Resumo – 07 de Novembro de 2020 (pág. 19-36)

A interação humana com o mundo faz se através de trocas de informação. Aquilo que conhecemos sobre o mundo influencia o que conhecemos.

A visão é o dispositivo de entrada por excelência, sendo que é esta que recebe visualmente a informação. A interface tem de ser desenvolvida de acordo com a nossa visão central e periférica, não podemos criar movimentos que criem distrações constantemente.
A audição, também ela importante, uma vez que ao ouvir conseguimos perceber o que esta acontecer a nossa volta. O toque, também importante, no sentido de criar estímulos no recetor.

O movimento tem dois tipos de tempo, o tempo de reação e o tempo de movimento. A lei de Fitts é usada para calcular o movimento humano em interação pessoa-máquina e ergonomia, que prevê o tempo para atingir ou selecionar um determinado alvo no ecrã.  A lei de Hick é usada para prever o tempo que uma pessoa leva a escolher uma opção entre várias.   

A memória humana é dividida em três tipos de memória, memória sensorial, de curta duração e de longa duração.  Os processos e modelos cognitivos ajudam a compreender a natureza da interação entre a máquina e o utilizador, os mais conhecidos são o modelo de processamento humano de Card e o modelo de interação de Don Norman. O primeiro integra uma conspeção simplificada do processo humano envolvido na interação com o sistema computacional. O modelo de Norman permite a identificação das fases da interação entre o utilizador a interfase, dividido em duas fases: execução e avaliação. Estas podem ainda ser divididas em sete etapas da interação.  

3.º Resumo – 21 de Novembro de 2020 (pág. 35-56)

Nesta parte irá ser estudado os computadores e como cada elemento deles influencia a interação com o utilizador.

É necessário compreender a transferência de informação entre os humanos e o computador, como os dispositivos de saída e de entrada. Nesse sentido existem dois tipos de dispositivos de introdução de dados: dispositivos de introdução de texto (que tem como única função possibilitar a introdução de carateres e de texto para o computador – Teclado e o sistema de reconhecimento de vós.) e os dispositivos de introdução de coordenada (que tem como função permitir a introdução de valores numéricos de coordenadas num determinado espaço).

Falando então dos dispositivos de introdução de texto, o mais comum é o teclado chamado de QWERTY, designado assim por ser as 6 primeiras letras do teclado. Pode haver variações dependendo da língua.

Sendo o teclado QWERTY o mais utilizado, não significa que seja único, existe o teclado Alfabético, em que as letras são colocadas em ordem alfabética, no entanto este e lento. Existe o DVORAK com o objetivo de otimizar a velocidade de introdução de dados. Por último temos o teclado de acordes, as letras encontram-se em apenas quatro ou cinco teclas. Existe, no entanto, um dispositivo de entrada que reconhece a caligrafia, mas este tem apresentado muitas desvantagens.

Passamos agora aos dispositivos de introdução de coordenadas. Sendo este bastante importante, já é necessário apontar-nos ou manipular o ecrã. O rato é o mais utilizado, e indispensável. No entanto também existe o Trackballs e Joysticks, tablets PC e mesas digitalizadoras.

Os dispositivos de saída mais utilizados são os LCD, de forma a visualizarmos a informação e as impressoras, na parte de documentos.

Os estilos de interação são diferentes e não existe um estilo ideia, neste capítulo são estudados os estilos dos Menus, Linguagem de comandos, Formulários, Linguagem natural, Perguntas e respostas, manipulação direta e Interfaces 3D.

4.º Resumo – 28 de Novembro de 2020 (pág. 57-72)

Vamos abordar a engenharia de usabilidade, que engloba modelos e processos de desenvolvimento de Interfaces Máquina-Pessoa. Abordamos também o ciclo de vida de uma tecnologia descrito por Norman.

A engenharia de usabilidade é bastante importante em relação ao custo do desenvolvimento, qualidade do produto e satisfação do cliente. Um produto simples de utilizar é sinónimo de cliente contente e boa reputação.

Norman fala num paradoxo na engenharia da usabilidade, um lado diz que a facilidade de utilização e a compreensão são importantes e outro lado diz que grande parte da tecnologia viola essas regras.

Como e que se explica que bons protos falhem e produtos maus tenham sucesso, Norman considera três temas que explicam esse fenómeno. O primeiro é que um produto com sucesso tem de ser equilibrado, o segundo existe diferença nos produtos de infraestruturas e produtos tradicionais e por últimos fatores diferentes são importantes em diferentes fases.

Nesse sentido Norman descreve o ciclo de vida de uma tecnologia sobre a forma de uma curva que retrata a alteração nos clientes com a maturação da tecnologia. Considerando cinco grupos que surgem durante cada fase de vida: Inovadores, Early adopter, Early majority, Late majority, Laggards.

A usabilidade é um conceito definido na norma ISSO 9241 como “ate que ponto um produto pode ser utilizado por utilizadores específicos para atingir objetos específicos com eficácia, eficiência e satisfação, num determinado contexto de utilização”. Os componentes que devem constituir o foco da atenção do designe de interfaces são: facilidade de aprendizagem, eficiência, memorabilidade, prevenção de erros, satisfação.  E as cinco regras de usabilidade definidas por Constantine e Lockwood são Regra de acesso, Regra da eficácia, Regra do progresso, Regra do suporte e Regra do contexto.

Outro assunto tratado neste capítulo foi o desenvolvimento centrado nos utilizadores que tem o objetivo de definir o processo de engenharia de software necessário ao desenvolvimento de produtos mais fáceis de utilizar.

5.º Resumo – 13 de Dezembro de 2020 (pág. 73-83)

A análise de utilizadores e tarefas é o processo que estuda e observa as situações existentes atualmente. Esta análise é feita para compreender as características do potencial fornecedor e é realizada no inico do projeto, a fim de evitar erros no desenho da interface. É preferível perder algum tempo e dinheiro no início do que ter que abandonar o projeto final.

É necessário estudar os utilizadores uma vez que este são diferentes da pessoa que desenvolve a interface, e o que pode ser obvio para nos pode não o ser para o futuro utilizador. Ao analisar os utilizadores ficamos a saber o seu conhecimento e aptidões o que nos permite desenvolver a interface de acordo com ele. É também importante estuda-los porque são eles que vão usar a interface, e quanto mais soubermos melhor podemos adequar a interface.

Também antes de fazer a interface é necessário saber quem são os utilizadores, se são as pessoas que compram o produto, se são pessoas que compram o produto e esperam que outras pessoas utilizem o produto, ou até se são pessoas de grupos diferentes a usar o mesmo produto. Em todos os casos é necessário conhecer o utilizador e não o seu intermediário.

Para ficar a conhecer os utilizadores é necessário responder a três categorias de perguntas: Como se definem os utilizadores, O que os difere individualmente e Como é que usam o produto ao longo do tempo e quais as escolhas que fazem sobre o nível de perecia que querem ou precisam de atingir.

Em relação a primeira questão, Como se definem os utilizadores, é necessário conhece-los no seu local de trabalho, da profissão e das tarefas que realizam, de forma a poder desenhar a interface de acordo com o conhecimento e experiencia dos utilizadores. A primeira informação a recolher sobre os utilizadores é o que eles sabem acerca da tarefa, para alem disso deve também conhecer o que o utilizador sabe acerca das ferramentas, e por fim devemos tentar conhecer os modelos mentais contruídos pelo utilizador.  

Em relação a segunda questão, O que os difere individualmente, temos que ter em atenção as diferenças individuais de cada um, como a capacidades físicas, aspetos culturais, comportamento e motivação, entre outros. A analise das diferenças deve ter em conta as características pessoais, as diferenças físicas, as diferenças culturais e as diferença de motivação.   

6.º Resumo – 19 de Dezembro de 2020 (pág. 83-89)

Em relação à última questão, Tipos de utilizador, existem diferentes tipos dependendo da frequência e da perícia, podendo estar na etapa de principiante, principiante avançado, executante competente ou perito. Nem todos os utilizadores chegam a peritos, dependendo do tipo de software que precisa de utilizar, muitos basta ser principiante.

Vamos então começar pelo Principiante, todos os utilizadores são considerados principiantes ao utilizar o programa pela primeira vez. Por vezes esta fase pode durar apenas minutos ou horas, depende do conhecimento anterior, sendo que o conhecimento que o utilizador possui sobre produtos similares não elimina o comportamento de principiante, apenas diminui o tempo de duração. Os utilizadores podem ser principiantes do domínio do problema, da tecnologia ou em versões anteriores, embora seja raro encontrar utilizadores em que não estejam confortáveis com estas três vertentes ao mesmo tempo.  Outro facto que afeta o tempo que o utilizador demora a passar de principiante para principiante avançado é o tempo de utilização do produto, se não for frequente o utilizador usar o programa comporta se durante mais tempo como principiante enquanto que os utilizadores frequentes evoluem mais rapidamente para principiantes avançados.

Passamos então para Principiantes avançados, estes estão focados na finalização da tarefa o mais rápido possível e de preferência sem grandes problemas. Estes utilizadores apenas usam o produto fortuitamente ou com pouca frequência, ficando satisfeitos com as funcionalidades que sabem e não pretendem aprender mais. Ou seja, procuram realizar tarefas em vez de conceitos. Os utilizadores que já são peritos no domínio do problema, mas não na tecnologia, são normalmente impacientes e tendem a realizar as tarefas sem ajuda de documentação, a maior parte destes utilizadores esta disposta a gastar algum tempo a aprender novas funcionalidades pois sentem o seu esforço recomenda e pretendem passar a fase seguinte, Executante competentes. Por outro lado, os utilizadores que utilizam pouco o programa contentam-se em aprender as tarefas que precisam.

Chegamos então a Executante competente, são utilizadores que aprenderam um número suficiente de tarefas e criaram um modelo mental quer do domínio do problema quer do produto, através da sua experiência. Estes utilizadores focam-se em realizar tarefas mais complexas que requerem a coordenação de várias ações. Os executantes estão mais recetivos a usar ajudas disponibilizadas na interface de modo a aumentar o seu conhecimento sobre a interface. Normalmente estão interessados em aprender mais e saber mais sobre o programa.

Passamos para o último, Peritos, que estão altamente motivados, usam o produto frequentemente como parte integrante do seu trabalho, tem um conhecimento considerável do domínio do problema e são hábeis na resolução dos seus problemas e dos problemas dos outros. Estes utilizadores tem a capacidade de perceber problemas complexos e encontrar soluções, procurando apreender conceitos e teorias para alem do seu uso normal e tem interesse em interagir com outros utilizadores peritos.  Existem poucos peritos na comunidade, normalmente são os utilizadores que resolvem os problemas mais complexos, e que são capazes de realizar as tarefas pouco frequentes e mais difíceis.

7.º Resumo – 02 de Janeiro de 2020 (pág. 90-128)

Também é necessário medir as caraterísticas dos utilizadores em função da etapa que se encontram. As caraterísticas que são medidas são os receios, o foco, a aprendizagem o modelo mental e a resolução de problemas.

Dependendo da etapa em que se encontram ele tem comportamentos diferentes, por exemplo só o utilizador principiante é que tem Receios, os restantes não. Podemos concluir que apenas uma pequena percentagem de utilizadores e que chegam a peritos, mas ao realizar o software temos que ter em conta todos as fases. E também temos que ter atenção que os utilizadores podem não ser como nos.

As personas são pessoas imaginarias, ou seja, modelos de pessoas baseados nos seus comportamentos no sentido de aproximar o mais possível de uma pessoa real, com o objetivo de testar o software.

Para construir uma interface bem-sucedida e preciso também saber informações sobre as tarefas do nosso utilizador, parra isso existem duas versões de analise de tarefa, a informal e a formal. A formal divide a tarefa em vários passos e a informal coloca um conjunto de perguntas para ajudar o utilizador a realizar as tarefas. As análises formais são usadas quando o produto já esta desenvolvido, no nosso caso usamos as analises informais uma vez que queremos fazer o produto desde do início. É importante recolher informação sobre os objetivos, sobre as pré-condições e sobre as subtarefas para analisar os utilizadores no seu ambiente natural.

A análise do sistema define processos e dados do sistema gerando uma descrição do que o sistema ira fazer. A analise do utilizador fornece a base para a criação da interface/utilizador resultando uma especificação que descreve como a funcionalidade será apresentada aos utilizadores.

Após a recolha da informação recolhida á analise de utilizadores e de tarefas é necessário responder a 11 perguntas, não sendo um conjunto fechado, o design pode acrescentar mais, no entanto estas 11 são as essenciais. Sendo elas:

1. Quem vai utilizar o sistema?
2. Que tarefas executam atualmente?
3. Que tarefas são desejáveis?
4. Como se aprendem as tarefas?
5. Onde são desempenhadas as tarefas?
6. Qual a relação entre o utilizador e a informação?
7. Que outros instrumentos tem o utilizador?
8. Como comunicam os utilizadores entre si?
9. Qual a frequência de desempenho das tarefas?
10. Quais as restrições de tempo impostas?  
11. O que acontece se algo correr mal?

Será necessário escolher as tarefas especificadas e todo o processo irá estar centrado nessas tarefas, estas irão acompanhar o design durante o processo, nesse contexto é necessário escolher umas boas tarefas. Para evitar que estas sejam mal escolhidas devemos realizar uma descrição cuidada das tarefas de modo a que satisfaçam as caraterísticas: Reais e representativas, O que e não como, Especificas, Misturas de complexidades e identificar o utilizador.

Os requisitos de usabilidade também devem ser identificados na fase inicial do projeto. E fazem parte destes requisitos os objetivos de usabilidade e os objetivos de experiência de utilização. No primeiro medimos as medidas de usabilidade que podem ser medidas através da norma ISSO 9241 -11 que diz que estas devem ser medidas através de:

Eficácia – Qualidade com que o utilizador atinge os objetivos
Eficiência – Recursos necessários e gastos para atingir os objetivos
Satisfação – Reação subjetiva dos utilizadores à utilização do sistema.

Os critérios de usabilidade são específicos e com valores bem definidos, ou seja, o tempo necessário para completar uma tarefa. Esta medida é importante no sentido que esta irá influenciar positivamente o desenvolvimento do sistema pois este irá ficar com uma melhor usabilidade.

Em relação aos métodos de analise, existem imensos, no entanto são aconselhados usarem as Entrevistas, Observação direta, Observação indireta, Entrevistas de grupo, Documentação existente, Analise de sistemas similares, Inquéritos contextuais. A escolha do método depende de cada um, no entanto é comum usarem-se mais que uma técnica para determinar os fatores.

Como existem vários métodos para realizar análise de utilizadores e tarefas é comum que existam erros, um dos mais comuns é descrever o utilizador como nos gostaríamos que fosse e não como ele realmente é. Outro erro comum é a duplicação de um erro, ou seja existente no sistema antigo e voltar a realizar o mesmo erro no sistema atual. Outro erro de uma análise de tarefas incompleta é não conseguirmos captar os aspetos importantes do processo existente.

O modelo conceptual é a descrição de alto nível de acordo com um sistema está organizado e funciona. Segundo os atores Johnson e Henderson deve conter os seguintes componentes: Metáforas e analogias, Conceitos, Relações, Mapeamento. No entanto o modelo conceptual também deve ser simples e focado na tarefa. Ou seja, um modelo descreve apenas o que os utilizadores podem fazer com o sistema e que conceitos precisam de perceber para usar o sistema.

O modelo conceptual é um sistema interativo, temos que ter atenção que o modelo concetual não é a interface utilizador, também não é o modelo mental do utilizador, não são os cenários de atividade e por fim não são as arquiteturas dos sistemas.

Os principais componentes do modelo conceptual são as metáforas, conceitos, relações entre conceitos e mapeamentos.

Começando pela metáfora, esta é um elemento importante do modelo conceptual, sendo que o seu principal papel é facilitar a aprendizagem, a orientação e a formação do modelo mental por parte do utilizador. O modelo pode usar várias metáforas, mas se usar muitas pode anular as vantagens do seu uso, por isso para escolher as metáforas baseamo-nos num processo de 3 passos:

1. Definição funcional,
2. Identificação dos problemas dos utilizadores,
3. Geração das metáforas.

Depois de gerarmos várias metáforas deveremos escolher as melhores, para isso aparecem cinco perguntas:

1. A metáfora fornece uma estrutura?
2. Que parte da metáfora são relevantes para o problema?
3. A metáfora é fácil de representar?
4. Irão os utilizadores perceber a metáfora?
5. A metáfora é extensível?

As metáforas nem sempre são usadas da forma mais correta, fazendo uma interpretação demasiado literal da metáfora e não usando as vantagens que o sistema computacional lhe oferece.

Passamos agora aos conceitos, estes são os objetos do domínio da tarefa, atributos dos objetos e operações sobre objetos. Ou seja, listar os conceitos que serão dados aos utilizadores pelo sistema.
As relações entre conceitos, pretendem mostrar como é que cada conceito do sistema interage com os outros conceitos.
Por fim o mapeamento, é necessário realizar um bom mapeamento ente os conceitos de interface e os conceitos do domínio da tarefa, deste modo tornamos a interface mais fácil de aprender e reduzimos o tempo de aprendizagem.

Ao criarmos um modelo conceptual este acarreta vários benefícios para a implementação do sistema. O modelo conceptual pode enriquecer através do modo Léxico, cenário de atividades, interface de utilizador, implementação, documentação e processo de design.

Os cenários de atividade, não fazem parte do modelo conceptual, são normalmente apresentados em conjunto com o mesmo e servem para descrever de uma forma informal o modo como os utilizadores irão realizar as tarefas usando as novas ideias apresentadas no modelo conceptual.

O modelo mental é criado pelos utilizadores e uma representação interna do modo como estes pensam que o sistema funciona.