Livro 2: Amor por interesse, Ruth Cardello

Amor Por Interesse - Ruth Cardello - Leitura Maravilhosa

Resumo pag: 1-12 (15/11/2020)

O futuro de Nicole e Stephan foi diretamente afetado por erros do passado, erros que não tiveram culpa, mas que os atingiram tão forte como uma bala. Nicole sofreu com a partida da mãe, com os abusos do pai, com a ausência do irmão, com um amor perdido. Ela estava totalmente perdida, amargurada, invisível… Stepan abandonou seus sonhos, abandonou uma carreira promissora por causa de uma vingança, ele estava disposto a fazer qualquer coisa para seguir seu plano de ferrar com Dominic.

Agora o destino resolveu juntar novamente os dois e mesmo que seja apenas um acordo comercial, esse recontro pode salvar essas duas almas de um abismo sombrio.
Primeriamente o pai de Stephan morava na Itália, mas isso nao o havia feito reduzir o ritmo, ele estava sempre cruzando o atlântico, desfrutando da aposentadoria em uma mansão na costa de Amalfi enquanto monitorava a família em New York.
Stephan nao tinha muita paz.
Maddy era a funcionária de Stephan , era uma menina sempre de bom humor, eficiente e detalhista. Stephan preocupava muito com ela por causa que ela estava grávida.
Maddy estudou um ano na França e quando voltou trouxe com ela um chef francês chamado Richard, a primeira impressão sobre Richard não foi boa e Maddy foi reunir a família para dizer que eles iriam amar o Richard. Em um ano Richard casou com Maddy e foi aí que recebeu o respeito de Stepahn. Richard recusou que Stephan financiasse os seus restaurantes e permitiu que Madddy continuasse a trabalhar para Andrade Global.Maddy fez uma proposta para o Comércio da China e se tudo corresse bem, a Andrade Global seria uma empresa internacional, e o infame Dominic Corisi lutaria para escapar à falência.Stephan quera ganhar o contrato a todo custo e foi aí que Maddy perguntou o que iria mudar se ele ganhar o contrato porque o pai dele perdeu milhões mas ele ganhou mais que o pai perdeu, logo depois o Stephan disse que o seu pai nao perdeu nada porque ele foi roubado. Foi por isso que o Stephan foi a China fazer Dominic pagar por o que ele fez.

Resumo 2 : 06 Dezembro

Depois de Stephan chegar na China ele fez que tipo uma competição com Dominic aonde ele queria que os investidores gostassem mais do seu trabalho do que o do Dominic por um terço do preço, com mais liberdade ainda para eles implantarem as restrições de sites que estavam querendo. Diferente de Dominic, Stephan não se importava em perder o controle sobre o software depois de vendido.A única coisa que interessava ele era colocar o seu rival for do mercado. Maddy não queria que 1Stephan fizesse isso mas Stephan disse que era preciso sim que era simples e complexo ao mesmo tempo.
Depois a irmã caçula de Dominic queria falar com Stephan, mas ele nao queria que Maddy informasse a Nicole que ele estava disponivel mas Maddy disse a Nicole que ela poderia ver o Stephan. Ele lembrou de Nicole dançando timidamente na sua frente na pista á beira-mar da Lucinda, aquela boate da moda de Coney Island. O jeito sério de Nicole e sua roupa naquela noite o haviam seduzido mas Nicole era perigosa.

Mas naquela noite Stephan descobriu que Dominic estava tomando a empresa de seu pai, terminando aquilo que nem teria começado tirando Nicole de seu alcance deixando a sensação de alguma coisa inacabada.
Stephan disse a Maddy para ligar para Nicole que ele nao podia encontrá-la porque faltava pouco tempo para hora do voo. Mas diferente do que ele esperava Maddy não se mexeu, ao contrario ela deu para ele um de seus irresistiveis sorrisos e disse : isso seria um pouco estranho porque ela esta na sala no outro lado da porta esperando por voce.

Resumo 3: 20 Dezembro

Stephan ficou chocado e com muita raiva. Mas depois foi falar com a Nicole mas nao podia falar muito porque estava atrasado. Todas as coisas e todas as pessoas que Nicole amava dependiam da sua capacidade de fazer Stephan concordar com seu ultrajante pedido. Ela nao podia falhar.
Nicole entrou na sala e Stephan nem levantou pra comprimentar ela, ela nao conseguia concentrar devido ao Stephan continuar lindo e com aquele corpo naturalmente musculoso mas a vida nao era justa e ela precisava ignorar a beleza dele como havia feito sete anos atrás.
Obrigada por me encontrar – disse Nicole com as palavras se prendendo em sua garganta. Nada na expressão ou no gesto dele indicavam que ele aceitaria o pedido dela. Depois Stephan disse que estava viajando para o exterior em menos se uma hora e o que a Nicole queria. Logo Nicol reparou que as chances de obter alguma coisa que pedisse eram bem próximas de zero.

Resumo 4: 10 Janeiro

Nicole tao ansiosa sentou na cadeira para falar com o Stephan. Stephan perguntou a Nicole se foi Dominic que mandou ela ir falar com ele e ela disse que nao, Stephan se encostou na cadeira, cruzando os braços sobre o peito largo. Stephan parecia pouco compreensivo. Logo Nicole disse ao Stephan que precisava de ajuda, logo Stephan perguntou a ela se estava precisando de alguma coisa ou se tava pensando nele. Nicole logo depois disse que odeia o irmao dele o Dominic e se ela soubesse o que iria acotecer ela teria impedido.

Stephan perguntou a Nicole o que ela queria dele? Nicole fechou a porta para a resposta que brotava dentro dela. Ele nao estava perguntando o que havia desejado, ele nao queria saber se havia passado muitas noites solitarias sonhando com o que poderia ter acontecido entre eles.


Livro 1: Introdução ao design de interfaces

Resumo 1 – pag 1:20-(16/11/2020)

As Interfaces Pessoa-Máquina são a face visível de qualquer sistema, seja ele o mais avançado avião, um telemóvel, uma consola de jogos, painéis interativos, uma página Web ou um microondas. Em função da usabilidade oferecida por estas interfaces assim o produto pode ser um sucesso ou um fracasso. Sistemas fáceis de aprender e rápidos de usar, que produzem o resultado esperado, são uma garantia para o bom desempenho dos utilizadores. Este livro, escrito por conceituados professores universitários, aborda os vários passos do design das interfaces utilizador, incluindo um conjunto de princípios, práticas e técnicas que podem ser usadas com sucesso em qualquer aplicação interativa.

Com múltiplos exemplos práticos, esta obra apresenta as bases e os conceitos que permitem compreender e aplicar as várias fases do desenvolvimento iterativo de uma interface utilizador.
Ao relacionar os princípios teóricos do processamento humano da informação com situações práticas e concretas, este livro constitui não só uma base de referência teórica para conteúdos universitários relacionados com a área de Interfaces Pessoa-Máquina, mas também um guia prático para profissionais interessados em melhorar a usabilidade dos seus produtos interativos.

Resumo 2: 06 Dezembro

Um dos objetivo central de aprendizazem deste capítulo é o segunite: Os princípios e práticas do design de interfaces é comprerender o próprio ser humano. Para o tal o ser humano tem algumas limitações percetual do sistema especialmente a visão mas também o toque e a audição. Entretanto é importante realçar a capacidade de raciocínio do ser humano , a memória(de curta e longa duração ), que sã poderosíssimas mas também podem levar alguns erros para o desenho de interfaces.

Além disso existem dois dos principais modelos utilizados para descrever os comportamentos e interações entre humanos e computadores . O modelo do processador humano de Card é o modelo que constitui uma visão simplificada do processamento humano na qual envolve interação com um sistema computacional. O modelo de ciclo de iteração de Norman que é uma modelo que permitiu a identificação das fases da interação entre o utilizador e interface e esta dividido em duas fases a execução e avaliacão onde ainda podemos subdividi-las em sete etapas de interação.

Resumo 3: 20 Dezembro

Dispositivos de Interação

No capítulo anterior ficámos a conhecer um dos lados da equação da interação, Pessoa-Máquina e neste estudaremos o outo lado os Computadores.

Os computadores nesta área é baseada na distinção entre dispositivos de interação (de entrada e ou de saída), dispositivos de introdução de texto, de coordenadas e estilos de interação (Menus, Linguagens de comandos e Natural, Formulários, Pergunta-Resposta, Manipulação Direta e os Novos paradigmas).

No entanto , o seu estudo individual é necessário para que o designer de interfaces possa compreender as limitações e as vantangens de um determinado estilo ou dispositivo de interação. No mundo hoje em dia tem-se notado uma evolução nos dispositivos de interação. Temos o Tackball que parecem ser um dispositivos antiquado no entanto no contexto de utilização onde o espaço é diminuto, ele pode ser uma escolha mais adequada do que um rato ou qualquer outro dispositivo apontador.

Podemos então concluir que o principal objetivo deste capítulo é a aprendizagem de boas escolhas de dispositivos e estilos de interação.

Resumo 4: 10 JANEIRO

Análise de utilizadores e tarefas

Neste capítulo abordaram as atividades que devem ser realizadas no primeiro passo no desenho centralizado, Uma dessas atividades é a análise de utilizador que serve para identificar as potências utilizados no sistema. Além disso o utilizador esta caraterizado em: Principiantes; Principiantes avançados; Executantes competentes e perítos.

Outra atividade fundamental é a análise de tarefas , que serve para recolher as informações sobre as tarefas que os utilizados realizam ou pretendem realizar. Contudo pode se dizer que análise de tarefa é uma atividade importante central no Design de Interface visto que leva o desenvolvimento de uma boa interface.

Resumo 5: 24 JANEIRO

Conceptualização da Interação

O modelo conceptual é o elemento central no desenvolvimento de uma interface e que não devem ser menosprezado pelo designer, ou seja antes de começar a definir o aspeto do sistema temos que saber como o sistema é para os utilizadores através do Modelo Conceptual.

Componentes do modelo conceptual

  • As metáforas e Analogias (Álbum de fotografias)
  • Objetos (fotografia (atributos: Data, Legenda))
  • As relações /Ações (Inserir fotografias)
  • Relações entre conceitos (um arquivo tem fotografias)
  • O mapeamento (Uma fotografia no sistema corresponde a uma fotografia real)

Cenários

Embora não façam parte do modelo conceptual, mas são apresentados um conjunto como todos e servem para descrever de forma informal o modo com os utilizadores irão realizar as tarefas baseando no modelo conceptual.

Além disso pude ver que além do modelo conceptual existe o modelo mental que ao contrário do modelo conceptual é criado pelo utilizador , que é a representação interna de como funciona o sistema .