Resumo parte 1

Resumo parte 2

Como os fatores que envolvem o contexto de uma interface são complexos, existe uma preocupação durante a utilização das técnicas de avaliação, e nesse caminho Campbell e Stanley ressaltam um fator de interferência, que a ameaça a credibilidade de uma avaliação também está ligada à credibilidade dos instrumentos e procedimentos utilizados para a coleta de dados, que devem ser válidos e confiáveis. Mesmo com toda dificuldade encontrada na construção e deteção de problemas de uma interface, deve-se procurar a solução mais próxima possível para a eficiência de uma avaliação em uma interação.

Portanto, para alcançar o objetivo no processo de uma avaliação de IHC é necessário conhecer seus fundamentos de forma aprofundada. O processo de avaliação é uma ferramenta capaz de aumentar a eficácia dos projetos, na qual, seus resultados podem:

Revelar problemas que de outra forma continuariam invisíveis;

 Confirmar ou negar suposições sobre um projeto;

Retroalimentar a equipe do projeto sobre os efeitos das atividades implementadas;

 Iluminar áreas onde a mudança se faz necessária;

Convencer as pessoas da necessidade de mudança;

 Habilitar a liderança de um projeto a prestar contas dos recursos obtidos;

Resultar em uma cultura organizacional que preze a utilização da informação e a melhoria continuada.

Para isso, é necessário conhecer as formas de avaliação com seus conceitos e fundamentos, que serão relacionados a seguir:

Avaliação formativa: comprova se as atividades estão sendo desenvolvidas de acordo com o planejado, documenta como estão ocorrendo, aponta sucessos e fracassos, identifica áreas problemáticas e faz recomendações que possam tornar o programa mais eficiente);

 Avaliação somativa: trabalha com a quantificação nos termos dos resultados obtidos e converte‑se no principal indicador de eficácia de um projeto, com o objetivo de identificar melhorias seguindo decisões;

Avaliação diagnóstica: precede o desenho de um projeto e identifica um problema e, como consequência, um projeto é desenhado para solucioná‑lo ;

 Psicológica ou sociopolítica: esse tipo de avaliação é usado para informar os avaliados sobre atividades especiais e motivar‑lhes com‑ portamentos desejáveis ou promover relações públicas;

Exercício de autoridade: é exercida em organizações por pessoas que detêm posição de poder e a quem é atribuído o privilégio de avaliar os subordinados, demonstrando, assim, sua autoridade sobre eles .

Resumo Parte 4

Critérios ergonômicos segundo Bastien e Scapin Os critérios ergonômicos é um conjunto de qualidades ergonômicas que auxiliam nas avaliações de IHC, para verificação de possíveis problemas. Esses critérios foram definidos por Bastien e Scapin (1993) e são formados por oito divisões. Tais critérios representam as características mínimas que um sistema interativo deve ter para apresentar um nível razoável de usabilidade. Esses critérios estão relacionados na sequência.

1 Condução

 São os meios utilizados para conduzir o usuário na interação com o computador. Para isso são necessários quatro critério Presteza , Agrupamento/distinção de itens , (Agrupamento/distinção por localização e Agrupamento/distinção por formato.), Feedback imediato e Legibilidade.

2 Carga de trabalho

A carga de trabalho diz respeito aos elementos da interface que possuem o papel de contribuir, e forma preceptiva pelo usuário, no aumento da eficiência do diálogo, e comporta Brevidade, Concisão, Ações mínimas e Densidade informacional.

3 Controle explícito

O controle explícito refere‑se às ações e ao controle que o usuário tem sobre essas ações dentro do sistema, e subdivide‑se em dois critérios Ações explícitas do usuário e Controle do usuário.

4 Adaptabilidade

É como o sistema é capaz de reagir conforme as necessidade e preferências do usuário. Dois subcritérios constam na adaptabilidade Flexibilidade e Consideração da experiência do usuário

5 Gestão de erros

A gestão de erros tem por finalidade reduzir a ocorrência de erros no sistema. Para isso são utilizados três critérios Proteção contra os erros , Qualidade das mensagens de erros e Correção dos erros.

6 Consistência

O critério da consistência, também chamado de homogeneidade

Resumo Parte 1

Introdução

O livro fala sobre a importância de obter a independência financeira de forma mais rápida e eficaz esta ira ajudar o leitor a tomar conhecimento que “dinheiro pode trabalhar por si próprio”, apresentando informações e formas este atingir o seu objetivo

Podemos observar que as pessoas não tomam conhecimento os investimentos e mercadores decorrentes no mundo de forma optando pela aplicação do dinheiro na poupança sendo essa a forma menos lucrativa e mais utilizada pela maior parte da população.

Atualmente por media uma pessoa que em 10 anos no passado investiu na Poupança 100 euro esse obteria um lucro de 70% (obtendo 170 euros) , no Tesouro Direto obteria um lucro de 100% (obtendo 200 euros),nos Imóveis um lucro de 124% (obtendo 224 euros ) ou nas Ações obteria um lucro de 400 % (obtendo 500 euros) assim comprovando que existem formas muito lucrativas que a Poupança.

Obviamente não e tao fácil assim a obtenção de lucro porque não existem forma magicas e sim trabalho duro nos estudos e obtenção de informações sobre as financias estes passos podem ser dados por qualquer pessoa independente da profissão ou formação académica , uma vez que fomos programados para acreditar que a riqueza é privilégio de poucos, que ela só é conseguida com muito esforço  não com mérito e muita sorte. Mas nem tudo isso é verdade.

Uma vez iremos aprender a gastar bem investir melhor e ganhar mais. Mais para isso acontecer não temos que comportar diferente da maioria das pessoas para sair da media tem que se levar aos extremos, exemplo um atleta de alto nível não ira efetuar um treino comum este foge do padrão e muitas vezes adota práticas não consideradas saudáveis em troca de performance. Sendo que nada se obtém sem esforço, mas este vem acompanhado com inteligência e sacrifício. Existem 6 sacrifícios para ser rico sendo o conforto presente, o equilíbrio, a mediocridade, a vontade de ser querido, a fragilidade e o perfecionismo.

Não basta começar muito motivado esperando enriquecer num curto espaço de tempo todo no mundo requerer tempo uma vez que não existem resultados imediatos sendo que segundo as pesquisas menos de 8 % das pessoas pensão em longo prazo de forma poupando pensando na sua velhice ,sendo que mudas radicais são efetuados ao longo do tempo (exemplo academia ninguém emagrece 50 kg numa semana este decorrera durante um grande período de tempo).

Desta forma ciente das próprias limitações facilita a mudança concreta de atitude vale ainda lembrar que trilhar esse caminho rumo à independência financeira não se trata apenas de ganância ou amor excessivo ao dinheiro, como muitos gostam de pregar. Ao contrário, pode ser essencial para encontrar equilíbrio emocional nos mais diversos aspetos da vida.

Resumo Parte 2

O verdadeiro investidor não deveria sentir um frio na espinha quando faz um grande investimento. Tendo estudado e compreendido o potencial daquele negócio, e após ter incorporado o sentimento de ser sócio da empresa, a sensação deveria ser de conforto e sucesso, não o contrário. Quando o investidor estuda uma empresa, reconhece seu potencial de crescimento e, por consequência, entende que sua ação também se valorizará ao longo do tempo, mesmo que esteja “cara” ou “barata” hoje.

Existem 3 tipos diferentes de pessoas que pensam, agem e ganham de formas totalmente distintas:

ASPIRANTE Ainda não consegue investir, não tem a consciência de que precisa investir o que ganha, o famoso “poupador”, o que até pouco tempo só conhecia a caderneta de poupança ou acabou de descobrir as maravilhas do Tesouro Direto e por isso não deixa a renda fixa.

ESPECULADOR INICIANTE Negocia ações sem pensar no valor da empresa, mas apenas no preço da ação, não investe na empresa, pois encerra sua posição todos os dias no pregão, acredita que a sorte faz parte do mercado de ações, fica viciado no “jogo”, corre risco de falência ao operar diversas vezes e, à medida que sofistica suas ações, opta por produtos ainda mais voláteis.

INVESTIDOR Nunca compra ou vende ações baseado no preço delas no momento, mas sim nos fundamentos da companhia, não faz day trade desnecessariamente ou pretende ganhar dinheiro com operações de curto prazo que geram custos excessivos com corretagem, faz aportes pensando na velhice e aposentadoria, e entende o poder dos juros compostos.

Antes de se tornar um investidor existem fases ou etapas que devemos ultrapassar ficando assim mais perto do objetivo:

  • Endividado é autoexplicativa. Por razões óbvias, nesse momento a pessoa geralmente não consegue guardar nada do que recebe. Ou quando o faz, pensa que o acúmulo momentâneo serve apenas para cobrir aquela parcela a ser paga no mês. O problema é que a dívida continua crescendo por causa de novas compras ou necessidades imediatas.

Pequeno investidor ganha um pouco mais do que gasta, mas ainda não consegue se planejar para guardar uma parte da renda ou, se tem guardado, ainda é muito pouco. A pessoa que vive essa fase pode estar dando os primeiros passos para formar algum tipo de patrimônio, mas, para evoluir, precisa aplicar sem riscos esse dinheiro que sobra. E deve aprender a fazê-lo de uma maneira mais eficiente e rentável, em comparação à maioria das pessoas

Foco no longo prazo o indivíduo está olhando para além do curto prazo. Suas metas não são o celular novo ou a reforma da casa no fim do ano. Ele está com as contas em dia, tem seu fundo de emergência preparado e sendo constantemente reposto, e começa a refletir sobre o futuro do seu caixa. Passa a procurar investimentos que exigem comprometimento duradouro e, muitas vezes, potencializam-se ao longo do tempo. O foco deixa de ser apenas o ano seguinte, mas a aposentadoria dali a algumas décadas. Esse investidor já sabe que, em um certo momento da vida, o salário vai deixar de entrar, mas os gastos fixos ficarão.

Resumo parte 3

Com o tempo o ser humano aprende que essencial nem sempre é essencial. O primeiro passo para pinçarmos alguns de nossos erros financeiros mais recorrentes está na coinfecção de nossa própria planilha de orçamento. Eu tenho a plena certeza, no entanto, que ao longo da sua vida você se deparou dezenas de vezes com modelos de controle de gastos que exigiam seu total empenho e paciência  para discriminar o que é fixo ou variável, para onde vai cada centavo em comida, transporte, educação e lazer, entre tantas outras possíveis despesas.

De forma que termos grande trabalho de entender melhor o que acontece com o dinheiro que você ganha vai começar de uma forma um pouco diferente. O primeiro passo é começar com uma análise muito mais simples da sua renda. Para isso, anote o que lhe for pedido, pois trabalhar com números e dados reais da sua vida fará toda a diferença nesse processo.

No ponto de partida não existe regra única e certeira aplicável para todos quando se trata de orçamento familiar, mas entendo que muita gente necessita de algum norte ou de um objetivo claro para começar a organizar a vida financeira. Por isso, proponho que, caso você ainda não tenha muita ideia de como estruturar seu consumo mensal, parta do pressuposto de que os gastos essenciais devem ocupar, no máximo, 50% de sua renda. Sei que, ao colocar este percentual em números, parecerá muito difícil chegar a este patamar. Eu passei por isso, precisei trabalhar muito e buscar soluções que me permitiram, pouco a pouco, mudar minha realidade financeira, mas manter uma meta de se aproximar aos poucos destes 50% em mente é essencial. Essa folga no orçamento é necessária para investimentos e outros gastos eventuais.

Não existe um momento ideal para guardar quanto mais cedo, melhore se você acha que alcançar essa meta está muito mais longe do que imagina, refaça seu orçamento e estruture planos para aumentar receitas. Se você não é mais tão jovem e tempo não é uma opção, reflita se realmente vale a pena correr mais riscos para aumentar a rentabilidade de seus aportes, pois pode ser muito difícil depois recuperar o que foi perdido. Tempo e rentabilidade, juntos, serão seus grandes companheiros de agora em diante.

As pessoas empobrecem muito mais pela falta de conhecimento do que pela falta de dinheiro. Pessoas que enriquecem dominam informações sobre investimentos, negócios e sabem que precisam construir ativos e itens que lhes gerem rendimento, não apenas gastos.É natural que o tamanho da nossa carteira seja menor do que os nossos sonhos. Pela falta de aprendizado de finanças e questões culturais, o brasileiro se acostumou a achar normal parcelar tudo e não colocar na ponta do lápis os custos desse hábito. O problema é que essa falta de conhecimento sobre finanças, mesclada com o apelo emocional de certas compras, faz com que milhares de brasileiros tomem decisões de altíssimo impacto financeiro muitas vezes sem reflexão alguma.

Resumo Parte 4

A verdade é que muitos vivem apenas antecipando sonhos e acabam não desfrutando deles no momento correto e, mais importante, com total tranquilidade.

É natural que o tamanho da nossa carteira seja menor do que os nossos sonhos. Pela falta de aprendizado de finanças e questões culturais, o brasileiro se acostumou a achar normal parcelar tudo e não colocar na ponta do lápis os custos desse hábito. O problema é que essa falta de conhecimento sobre finanças, mesclada com o apelo emocional de certas compras, faz com que milhares de brasileiros tomem decisões de altíssimo impacto financeiro muitas vezes sem reflexão alguma.

Mas financiar mais de 50% de um imóvel ou um carro inteiro pode, sim, postergar em muito este resultado. Se utilizar o capital de terceiros para grandes compras for um hábito recorrente, então, a vontade de acumular patrimônio pode ser apenas uma ilusão, pois a maior parte da renda dessa pessoa estará sempre ocupada com pagamento de juros e não no recebimento.

O POBRE PAGA JUROS PARA SEMPRE, O RICO OS RECEBE.

O melhor modelo de orçamento para sua renda será sempre aquele que você mesmo aprendeu a construir. Encontrar o equilíbrio entre seus gastos, investimentos e prazer pode ser difícil, mas um rápido checklist pode ser feito antes de toda compra e auxiliar na sua tomada de decisão.

riqueza. Seu salário pode ser mais alto que o dos seus amigos, sua renda pode ser suficiente para ter um bom padrão de vida comparado à maioria dos brasileiros. Não importa quanto entra, se a saída de capital ao longo do tempo for maior e o saldo for negativo, tenho de lhe avisar: você não é rico. Se você sonha com um salário maior pensando apenas no carro bonito, nas viagens de luxo para postar nas redes sociais, no consumismo desenfreado e, ao conseguir uma promoção, automaticamente aumenta seu padrão de vida, sem pensar no futuro, você… provavelmente também não será rico

Realizando projeções realistas

á uma maneira de comparar diferentes aplicações no mercado financeiro, que carinhosamente apelidei de “Triângulo de Nigro”. Não inventei a teoria, mas é a fórmula que encontrei para simplificar a avaliação de aplicações no mercado financeiro. O Triângulo de Nigro considera que todo investimento deve ser observado em três pontas: a do risco, a da liquidez e a do rendimento.

As três pontas apresentam uma relação muito íntima. Se uma aplicação é arriscada para o investidor, esse risco que será tomado deve ser convertido em um “prêmio” nas demais pontas do triângulo. É preciso ganhar algo com o que está na ponta oposta do que se escolhe