Livro 2: Como eu era antes de você

Resumo 1 (Pág. : 6-43)-13/11/2020

Como eu era antes de você é um romance que tem como autora Jojo Moyes, onde retrata o amor, aprendizado e perda.

A história do livro tem como protagonista Louisa Clarck, uma jovem alegre, espontânea, desastrada de 26 anos que não tem muitas ambições e que ainda vive com os pais, a irmã que é mãe solteira, o sobrinho pequeno e o avô que precisa de cuidados desde que sofreu de derrames. Ela trabalha como garçonete num café por seis anos , um emprego que não paga muito mas ajuda nas despesas e está num relacionamento com um triatleta que parece que não se importa com ela.

Certo dia o café fecha as portas e Louisa é obrigada a procurar outro emprego sendo que a sua família não está numa boa situação financeira.

Por ser uma jovem com poucas qualificações consegue um trabalho como cuidadora de um tetraplégico. Esse emprego tem um contrato provisório com duração num máximo seis meses.

Ao chegar no seu lugar de trabalho para o primeiro dia ela conhece a pessoa que deve cuidar-Wil Traynor, um homem de 35 anos rico e bem sucedido. Ele era apaixonado por viver no limite, até que um acidente de moto o deixa paraplégico.

Preso numa cadeira de rodas Will desconta toda a amargura em quem estiver por perto.

Louisa não sabia o que fazer para lidar com o mau humorado Will, e até pensou em desistir do emprego logo no primeiro dia mas acabou por não desistir porque a sua irmã queria voltar a estudar e não iria contribuir para as despesas da casa .

Resumo2 (Pág :44-62)-22/11/2020

Passaram-se duas semanas e com isso a Louisa foi acostumando com a sua nova rotina. Na primeira semana ela precisou prestar muita atenção em Will Traynor e reparou que ele parecia determinado a não lembrar do homem que ele era.

Na medida que os dias se passavam Louisa notava que a condição de Will não era em relação ao fato de estar preso numa cadeira ou com a perda de sua liberdade física, mas por uma série de problemas de saúde, riscos e desconfortos e concluiu que, se ela fosse Will, provavelmente também ela se sentiria infeliz.

Mas ele a tratava muito mal, distorcia quase todas as palavras ou ações fazendo-a parecer uma idiota.

Nessas duas primeiras semanas Louisa achou bastante boa em manter uma expressão totalmente neutra, em dar as costas e em falar com ele o mínimo necessário.

Até que numa quinta-feira Will recebeu a visita de Rupert e de Alicia, sua ex namorada que foram comunica-lo que eles iriam casar. Ele os tratou com frieza desde que chegaram até o momento que foram embora e depois começou a destruir alguns porta-retratos.

E então que houve uma grande mudança, Louisa e Will tinha encontrado um jeito mais simples de conviverem . Ele a tratava de forma rude e ela devolvia a grosseria e até as vezes, parecia um alívio para ele que houvesse alguém preparado para tratá-lo mal, ou alertá-lo para o fato de que estava sendo desagradável.

Resumo3 (Pág:63-125)-06/12/2020

Com o passar do tempo a relação dos dois passou a ser melhor, apesar que os dias juntos eram subitamente diferentes variando conforme o humor dele e a intensidade das dores que ele sentia.

Foi então que a Louisa descobriu que o Will é um potencial suicida e também deu aos seus pais um prazo de seis meses para que eles se despedirem dele e acostumar com a ideia de não tê-lo por perto para depois ir se suicidar numa clínica na Suíça.

Ela ficou furiosa e triste pois sentia enganada subordinada que não sabia o que estava acontecendo , e foi então que ela decidiu tentar com todas as suas forças fazer o Will desistir dessa ideia. Agora ela tinha menos de seis meses para mostrar ao Will que ele tinha motivos para viver e ser feliz.

Louisa planeou programas como passeios, viagens, visitas, almoços e concertos. Ela tinha que usar todos os meios práticos para realizar as atividades e pesquisar bastante para tudo dar certo, e teria de convencer Will a ir.

Resumo4 (Pág:126-156)-13/12/2020

E então ela colocou em prática o primeiro passeio -ver uma corrida de cavalos, mas o passeio não correu bem como a Louisa esperava pois encontraram em obstáculos que um deficiente pode encontrar.

Neste capitulo deu para perceber que numa sociedade as pessoas com deficiência como o Will precisam enfrentar diversos obstáculos para conviver na sociedade, isso mostra o quanto a sociedade não está preparada para atender às demandas dessas pessoas.

Na sociedade consta um certo preconceito com os deficientes, a falta de acessibilidade física aumenta o preconceito com deficientes, colocando-os em situações de constrangimento.

Para eliminar ideias preconceituosas é preciso que a sociedade esteja consciente de certas atitudes como o respeito e a empatia para criar uma sociedade mais igualitária.

Depois do fracasso da corrida persuadiu o Will para irem a um concerto. Louisa cumpriu seu dever de informar-se das condições para que o Will sentisse confortável.

Durante o concerto Louisa sentiu-se muita animada pois nunca ela tinha ido a um concerto e este correu maravilhosamente bem.

Dias depois e com a chegada do aniversário da Louisa tinha conseguido a melhor maneira para convencer Will a fazer qualquer coisa , era só dizer a ele que ela sabia que ele não iria querer fazê-la. A parte dele que era do contra, obstinada, não suportava isso. E com isso ela conseguiu que o Will fosse ao aniversário dela.

Resumo5 (Pág:157-192)-20/12/2020

No aniversário da Louisa tudo correu tudo bem, apesar que antes da chegada do Will a família da Louisa ficou um pouco apreensível .

Com o tempo passando a Louisa deu conta que o tempo estava se esgotando e não conseguia convencê-lo a ir a Paris. E quando ele disse o motivo, foi difícil contra-argumentar. Ele tinha um bom motivo para recusar todas as viagens mais longas que ela sugeriu. Como ela não podia dizer por que queria tanto levá-lo, ela tinha pouco poder de persuasão.

Will teve uma infeção e acabou no hospital. Era uma medida de precaução, foi o que eles disseram, mas era óbvio para todos que ele sentia muita dor. Alguns tetraplégicos não têm sensibilidade física, mas, apesar de não sentir calor ou frio, do peito para baixo ele podia sentir dor e o toque. Louisa foi visitá-lo duas vezes, levando músicas e coisas gostosas para comer, ela ofereceu para faze-lo companhia mas, particularmente, sentiu como se ela estivesse atrapalhando, e logo percebeu que ele não queria mais atenção.

Então ela decidiu aproveitar o tempo que teria para ela mesma. Agora, no entanto, ela estava estranhamente agitada e perturbada. Louisa sentia falta de um motivo para levantar cedo, de um propósito para o dia.

Resumo6_Final (Pág:192-320)-24/01/2021

Depois que Will ter melhorado e ter regressado a casa, Louisa então começou a planear uma viagem em que iria leva-lo. Ela fez uma uma nova lista de coisas que não se pode fazer com um tetraplégico, e contou para Will os seus planos. Ele ficou distante a manhã toda desde então. Louisa ficou mal humorada visto que o pior de se trabalhar como cuidadora não é o que as pessoas pensam, não é carregar e limpar a pessoa, os remédios e os lenços de limpeza e o distante, mas de algum modo sempre percetível, cheiro de desinfetante. não é nem o fato de quase todo mundo achar que você faz isso porque não tem inteligência suficiente para fazer qualquer outra coisa. O pior é o fato de que, quando se passa o dia inteiro num estado de real proximidade com outra pessoa, não há como escapar do estado de humor dela. E nem do seu próprio.

Louisa mudou para o apartamento de Patrick numa noite. Foi surpreendentemente fácil para Louisa colocar suas coisas no apartamento de Patrick. Ele quase não tinha nada mesmo, nem ela, depois de anos morando no quartinho. Estavam nervosos, estranhamente sem jeito um com o outro, como duas pessoas num primeiro encontro.

Para Louisa uma coisa era não contar os planos de Will para seus pais , mas lidar com a sua própria ansiedade era uma coisa completamente diferente. Ela passou as noites seguintes tentando saber o que Will pretendia fazer e o que ela poderia fazer para impedi-lo, pensava nisso até enquanto conversava com o Patrick, cozinhando juntos na pequena cozinha.. Só faltavam sete semanas, e Will estava fazendo planos.

Na semana seguinte, se Will notou a preocupação de Louisa ele não disse nada. Cumpriram as suas rotinas diárias , ele não fazia mais piadas.

Louisa levou três dias depois da visita de Michael Lawler (o advogado de Will) para ligar a Sra. Traynor para lhe contar- lhe . Elas encontraram num café, conversaram a respeito disso e ela casualmente contou a Sra. Traynor que tinha ido morar com o seu namorado. A conversa com a Sra. Traynor continuou atormentando Louisa nos dias que se seguiram. Ela continuava ouvindo suas palavras, a ideia de que ela estava esfregando a sua felicidade na cara dele. Louisa não achava que Will pudesse ser afetado por nada do que ela fizesse. Quando ele pareceu ficar contrariado a respeito da decisão de Louisa mudar para o apartamento de Patrick, ela pensou que era porque ele não gostava de Patrick, e não porque ele nutrisse qualquer sentimento por ela. E, o que era mais importante ela não achava que tenha parecido estar especialmente feliz. Em casa, ela não conseguia afastar essa sensação de ansiedade. Era como se uma corrente de baixa tensão passasse por ela e se alimentasse de tudo o que fazia.

Numa sexta-feira tinha tinha chovido o dia o dia todo , depois de ter parado de chover Louisa e Will decidiram dar um passeio pelos jardins do castelo. Conversaram e a conversa não era a mesma de sempre. A Sra. Traynor tinha razão — devia ser sempre difícil para Will ver as outras pessoas seguindo com sua vida. Louisa fez essa observação mental para lembrar de pensar com mais cuidado sobre como suas atitudes poderiam impactar a vida de Will.

Louisa e Will foi ai casamento dos amigos do Will no entanto ela estava com medo de ir a um casamento da alta sociedade, ainda mais como cuidadora. A cerimônia transcorreu sem incidentes e estavam divertindo na festa e foram dançar e enquanto dançavam o Will aceitou em viajar com a Louisa. Louisa terminou com o Patrick porque já não amava-o e ele não dava a ela a atenção que ela merecia.

Chegou o dia da viagem e ela correu muito bem. Louisa estava feliz nunca na sua vida tinha pensado que poderia passar seu tempo em um lugar como aquele. Eles iam a praia todos os dias.

No ultimo dia Louisa embriagou-se, ela sentia fluida e elétrica. Não estava muito responsável pelos seus atos. E então ela fez a única coisa que lhe ocorreu. Beijou o Will. Will indeciso em um instante e retribuiu o beijo. Por um instante, ela esqueceu de tudo: o milhão e meio de motivos para não fazer aquilo; seus medos; o motivo para estarem ali. Ele então recuou e pediu desculpas. Foi ai então que Louisa declarou-se para ele e disse que sabia sobre Suíça e pediu uma chance a ele. Mas Will recusou e disse que não era a vida que queria e pediu-a para ir a Suiça com ele. Louisa ficou furiosa com esse pedido chamando de egoísta .

Regressaram e durante o regresso Louisa agia friamente , logo que chegaram ela foi para a sua casa.

Passado alguns dias numa conversa com a sua mãe Louisa decidiu ir ao encontro de Will. Ela viajou para Suíça, e quando Will a viu ele então sorriu, um sorriso adorável, lento, cheio de gratidão.

Ele estava tão satisfeito de ver a Louisa que não conseguiria expressar. E ela disse a si mesma que aquilo precisava lhe bastar. Louisa deitou-se ao lado dele na cama e colocou o braço ao seu redor. Disseram que os últimos seis meses foram os melhores da vida de ambos. Louisa começou a acaricia-lo ele não parava de olha-la em silêncio, atento como se guardasse cada molécula dela. Ele já estava indo para algum lugar impossível de alcançá-lo.

Passado seis semanas Louisa estava num café em Paris, seguia as instruções deixadas pelo Will. Ela leu a carta deixada por ele, na carta dizia para ela viver, aproveitar a sua liberdade e que tinha deixado dinheiro para ela porque poucas coisas ainda lhe fazia feliz, ela era uma delas. Que ainda ela tinha possibilidades e saber que lhe tinha dado algumas lhe dava um certo alívio. E então ela saiu de de trás da mesa que encontrava, endireitei a bolsa no ombro e seguiu pela rua na direção de toda Paris diante dela.

A historia alem de romântica retrata muito nem as dificuldades que os cadeirantes vivenciam todos os dias A estrutura inadequada de grande parte dos lugares, a falta de solidariedade e compaixão das pessoas, o preconceito com os tetraplégicos e o valor de uma amizade verdadeira são alguns temas abordados no livro. Além do fato de que a autora também retrata muito bem a frustração de Will e sua enorme dificuldade em aceitar a condição de tetraplégico, já que antes do acidente ele era um homem extremamente ativo e que aproveitava cada oportunidade da sua vida.

A narrativa é em primeira pessoa e é feita pelo ponto de vista da Louis, apenas o prólogo nos mostra a visão de Will. É uma história completamente envolvente, onde os sentimentos dos personagens tornam os nossos sentimentos.

Livro1-Introdução ao design de Interfaces

Resumo 1 (Pág3-18)-13/11/2020

Este livro tem como base três pilares fundamentais: os humanos, os computadores e os fenómenos que acontecem a partir da interação entre estas duas “espécies” de acordo com a definição do que é a interação Pessoa-Máquina sendo esta uma disciplina que estuda o design, a avaliação e a implementação de sistemas computacionais interativos para utilização humana. Temos como objetivo do estudo principal deste livro a chamada interface com o utilizador; compreender os aspetos dos sistemas como os quais o utilizador contacta.

Todos nós vivemos na chamada “era digital” que tem os seus riscos e as dificuldades da nova tecnologia que infelizmente traz sempre consigo. Estes riscos partem de diversos fatores, como assumir que os engenheiros são capaz de construir sistemas de ” a prova de bala”; construir uma paródia que poderia considerar um excelente exemplo de risco de um interface como utilizador.

Na década 1960 e 1970, podemos considerar que a interface evoluiu para uma interface ao nível de uma programação. COBOL e FORTRAN era as duas linguagens de programação mais popular, e aprende a programar era um requisito para aprender a utilizar o computador.

Em 1985 a Microsoft uma firma de software que vendia sistemas operativos baseado em linha de comando chamado MS-DOS conseguia finalmente introduzir um interface gráfica para o seu novo sistema operativo chamado Windows. O Windows 3.0 foi bastante bem sucedido tornou-se o standard do sistema operativo do mercado dos computadores pessoais e mais tarde sucedeu para o Windows 95, ainda mais bem sucedido do 3.0. A estratégia do monopolização do mercado através de venda de pacotes de software completo introduzir do sistema da utilização para o software ajudaram a transformar o Microsoft num líder de mercado de um sistema operativo.

Por ultimo concluímos que neste capítulo as quantidades que um bom design com o interface deverá evidenciar: ser capaz de identificar e resolver corretamente os problemas de design, de compreender o perfil das pessoas que irão utilizar o produto, de conseguir evoluir desde o desenho conceptual e abstrato ate ao desenho final, detalhando, e ainda der capaz de comunicar de forma eficaz uma ou várias ideias de desenho.

Resumo 2 (Pág19-35)-22/11/2020

Neste capítulo estuda-se os humanos sendo que são eles o objetivo da criação de interfaces com o utilizador ou seja todas as interfaces existem para assistir um ser humano no desempenhar das suas tarefas.

O primeiro passo para compreender os princípios e práticas do design de interfaces é precisamente compreender o próprio ser humano.

Para isso, estuda-se as limitações do sistema percentual humano especialmente a visão, o toque e a audição. Também observa as capacidades de raciocínio, memória (de curta e longa duração), que são poderosíssimas mas que também pode introduzir a situações de erro. Foca-se na análise apenas nos aspetos que são mais importantes para o desenho de interfaces.

Há dois dos principais modelos utilizados para descrever os comportamentos e interações entre humanos e computadores. O modelo de processador humano de Card constitui uma visão simplificada do processamento humano envolvido na interação com o sistema computacional. O modelo de ciclo de interação de Norman que é um modelo que permite a identificação das fases de interação entre o utilizador e interface em que esta dividido entre duas fases: execução e avaliação , sendo que estas podem ser subdivididas nas designadas em sete etapas da interação: formar o objetivo, formar a intenção, especificar a ação, executar a ação, percecionar o estado do mundo, interpretar o estado do mundo e avaliar resultado.

Resumo 3 (Pág37-54)-29/11/2020

Neste capítulo analisa-se o outro lado da equação da Interação Pessoa-Máquina: os computadores. Eles assumem nos dias de hoje muitas formas distintas e também multiplicam-se de dia para dia , tal como nós os humanos. No entanto e apesar das diferenças individuais, os computadores são essencialmente únicos sendo compostos por diversos elementos e cada elemento influência na interação com o utilizador.

Toda a interação deve ser analisada como um todo sendo que muitas vezes o próprio dispositivo de interação define o estilo de interação que é utilizado. Mas é necessário o seu estudo individual para que o design de interfaces possa compreender as limitações e as vantagens de um determinado estilo ou dispositivo de interação(de entrada e /ou saída).

A interação é uma processo de troca de informações, assim sendo os dispositivos de introdução ou entrada de dados é a transferência de informação humano-computador no sentido de envio de dados por parte do utilizador enquanto que os dispositivos de saída de dados são aqueles que facilitam a troca de informação no sentido inverso isto é do computador para os utilizadores, por exemplo os ecrãs.

A forma como os utilizadores usam os dispositivos de interação designamos de estilo de interação. Este pode ser recorrendo a tecnologias, paradigmas e processos diferentes mesmo utilizando dispositivos de entrada e saída.

Atualmente existe uma multiplicidade de dispositivos de interação bem como estilos de interação, que facilitam a comunicação entre os utilizadores e as máquinas. Contudo essa evolução de dispositivos e estilos não se pode classificar numa escala de melhor a pior. Tudo depende dos critérios de escolha que deverão ser mais adequados tanto quanto possível a natureza e contexto da tarefas em causa.

Resumo 4 (Pág55-64)-06/12/2020

Neste capítulo aborda o desenho e conceção de interfaces com o utilizador numa perspetiva sistemática bem fundamentada e prática típica das engenharias, relacionando com o ciclo de vida de uma tecnologia descrito por Don Norman.

Define os conceitos de engenharia da usabilidade, estabelece o processo de desenvolvimento centrado nos utilizadores e termina com princípios para orientarmos as nossas soluções na direção certa e criar software de sucesso.

O ciclo segundo as considerações de Norman deve ser bem compreendido para que possam planear e executar um processo de engenharia de usabilidade.

O desenvolvimento centrado nos utilizadores tem como objetivo definir o processo de engenharia de software necessário ao desenvolvimento de produto mais fáceis de utilizar.

Existem alguns problemas com a forma como o processo de engenharia de usabilidade pode ser conduzido, como por exemplo a necessidade de obtenção de métricas explícitas que é um grande problema durante a fase inicial de qualquer projeto de sistema interativo.

Contudo vimos que a utilização eficaz de bons modelos pode conduzir os designers de interfaces a boas soluções sobretudo porque os bons modelos deixam os detalhes em aberto e concentram no essencial, convidam a projeção criativa e informam e guiam na direção do bom design.

Resumo 5 (Pág65-81)-13/12/2020

Neste capítulo analisa-se o primeiro passo do desenvolvimento centrado no utilizador é procurar descobrir quem são os utilizadores do nosso sistema e identificar as suas necessidades ou problemas designado de analise de utilizadores e de tarefas, que é um processo de recolha de informações para responder estas perguntas e outras.

Esta análise envolve três aspetos: os utilizadores, as suas tarefas e o ambiente, de modo a conseguirmos desenvolver interfaces fáceis de aprender e de usar. Permita-nos descobrir as caraterísticas dos potenciais utilizadores, o modo como eles realizam as tarefas com os sistemas existentes, as tarefas que pretendem efetuar e o ambiente que eles realizam as tarefas. Este processo é realizado no inicio do ciclo de desenvolvimento do sistema interativo.

Na seção analise de utilizadores foca-se em conhecer as pessoas que irão usar a interfaces. Os utilizadores diferem em função de frequência e da perícia com que usam o produto, esta distinção permite caraterizar os utilizadores em etapas de utilização que vão desde principiantes a peritos. Sendo que podem catalogar: principiantes, principiantes avançados, executantes competentes e peritos.

Os utilizadores principiantes tem medo de cometer erros focam-se em completar o trabalho real procuram aprender a realizar tarefas em vez de conceitos e têm apenas conhecimento teórico sem experiencias práticas.

Os utilizadores principiantes avançados são os que estão focados simplesmente e exclusivamente em terminar o seu trabalho tão depressa quanto possível e de preferência sem grandes complicações.

Os executantes competentes são os utilizadores que aprendam um número suficiente de tarefas e criaram um modelos mental sólido quer do domínio de problema quer do produto através da experiencia.

Os peritos são utilizadores altamente motivados, usam o produto frequentemente como parte integrante do seu trabalho ou das atividades pessoais , têm como conhecimento considerável do domínio de um problema , são hábeis na realização dos seus problemas e dos outros.

Na analise de utilizadores devemos sempre que possível observar os vários tipos de utilizadores e não devemos assumir que os potenciais utilizadores são parecidos connosco e tem as nossas caraterísticas.

Resumo 6(Pág81-92)-20/12/2020

Na seção analise de tarefas descreve o que os utilizadores fazem, que serve para recolher informação sobre as tarefas que os utilizadores realizam ou pretendem realizar, e enumeramos de um conjunto de 11 perguntas que nos permitem de forma sucinta caraterizar os utilizadores e tarefas.

Um elemento central no design de uma interface são as tarefas que os designers utilizam durante o ciclo de desenvolvimento do sistema. Sendo a escolha destas uma etapa importante, descreve neste ainda neste capitulo a melhor abordagem a seguir para obtermos tarefas que levem ao desenvolvimento de uma melhor interface.

Por vezes os designers sugerem novas funcionalidades e tarefas para o sistema que não são aceites pelo utilizadores. Neste casos o melhor a fazer é guardar essas funcionalidades para versões futuras. Esta situação mostra que por vezes os utilizadores razão. Portanto como designers de interface a tarefa é construir um sistema que os utilizadores irão querer quando estiver pronto e não um sistema que os estes dizem querer agora.

Produzir um conjunto eficaz de tarefas será um verdadeiro teste ao entendimento que fez dos utilizadores e do seu trabalho durante a analise de tarefas e de utilizadores. Contudo só um bom conjunto de tarefas podemos avançar com confiança para o desenvolvimento e avaliação do nosso sistema.

Resumo 7 (Pág93-102) -10/01/2021

Associados as tarefas em particular e ao sistema em geral estão os requisitos de usabilidade que é o nosso sistema deve cumprir. Assim sendo os requisitos de usabilidade são requisitos que devem ser identificados na fase inicial do desenvolvimento de um sistema interativo. Fazem parte destes requisitos os objetivos de usabilidade e os objetivos da experiência de utilização. Os primeiros estão preocupados em atingir os critérios de usabilidade em especifico e os segundos em explicar a qualidade de experiencia de utilização vivida pelo utilizador.

Os critérios de usabilidade no inicio do design de sistema é importante na medida em que estes irão influenciar positivamente o desenvolvimento do sistema no sentido de este ficar com uma melhor usabilidade. A escolha de valores para destes depende dos requisito as para o novo sistema e das necessidades da organização.

Existem vários métodos de recolha de dados para realizar analise de utilizadores e tarefas, embora existam várias combinações possíveis não existe uma escolha certa ou uma combinação certa de técnicas pois isso depende das circunstâncias e dos recursos disponíveis.

Resumos 8 e 9 (Pág103-236) -24/01/2021

No capitulo seis analisa-se o modelo conceptual que é o elemento central no desenvolvimento de uma interface e que não deve ser menosprezado pelo designer. Antes de começarmos a definir o aspeto do sistema devemos primeiro conceber que o sistema é para os utilizadores. Desde modo descrevem o que um modelo conceptual é, e o que um modelo conceptual não é, assim como os seus principais componentes. DE entre estes componentes, sobressaem as metáforas que são um elemento importante para ajudar os utilizadores na utilização do sistema na medida em que facilitam a aprendizagem ao transporem conhecimento antigo para situações novas. Descrevem ainda como é que o modelo conceptual pode ajudar no desenvolvimento do projeto como todo, ao fornecer vários elementos que auxiliam em diferentes etapas do projeto, desde a definição do léxico a usar, passando pela fase de implementação e pela escrita da documentação.

Os cenários de atividade embora não façam parte do modelo conceptual são normalmente apresentados em conjunto com o mesmo e servem para descrever de forma informal o modo como os utilizadores irão realizar as tarefas usando as novas ideias apresentadas no modelo conceptual.

E para finalizar descrevem o modelo mental que ao contrário do modelo conceptual é criado pelos utilizadores e que é uma representação interna do modo como este pensa que o sistema funciona.

Depois que já sabemos como conceber o que o sistema interativo é para os utilizadores através do modelo conceptual podemos passar para a fase seguinte e especificar como é que o sistema se apresenta aos utilizadores. Isto não significa que no entanto devemos já a escrever o código e a desenvolver os vários componentes que constituem a interface. Antes de avançar para a codificação devemos estudar varias alternativas de design de modo a minimizar os custos de possíveis alterações ou correções a fazer em fases mais avançadas do projeto. Neste capitulo (7) definimos o conceito de protótipo como representação concreta mas parcial do sistema que pretendemos desenvolver e que permite aos utilizadores interagirem com ele e explorarem a sua adequação, e apresentam-se as suas principais caraterísticas -abordagem, profundidade, fidelidade e funcionalidade. Aborda-se também os vários tipos de protótipos as suas vantagens e desvantagens e a fase de desenvolvimento a que eles se adequam mais.

Destaca-se em particular aos protótipos de papel na medida em que são fáceis baratos e rápidos permitindo e exploração de vários designs alternativos num curto espaço de tempo. Apesar de serem feitos de papel a sua funcionalidade pode ser simulada e por conseguinte podem ser avaliados quer por peritos em usabilidade quer por um utilizadores permitindo a identificação de problemas de usabilidade numa fase inicial do desenvolvimento da interface.

No capitulo 8 descreve os princípios de design gráfico, refere-se a proximidade(elementos relacionados devem aparecer juntos), alinhamento(os elementos não devem estar colocados ao acaso no ecrã ou áginas), repetição (sempre que possível devemos ser consistente e repetir elementos ao longo da interface), contraste(exacerbar as diferenças), proporção(escolher cuidadosamente os tamanhos e posições relativas) espaço em branco ( a ausência de elementos é em si um elementos gráfico) e decoração.

Vimos ainda como criar esquemas de cores de vários tipos com base na roda das cores ou em imagens integrados no desenhos alguns princípios básicos de tipografia e escrita de mensagens textuais.

A avaliação (analítica ou empírica) é um dos passos principal do ciclo iterativo de design de uma interface. É através dela que se identificam os problemas de usabilidade e consequentemente os aspetos a melhorar na interface. E neste capitulo (9) descreve os 3 tipos de avaliação: avaliação heurística, a avaliação preditiva e a avaliação com utilizadores. A avaliação heurística é realizada por peritos em usabilidade que procuram identificar problemas na interface usando como referencia uma lista de heurísticas de usabilidade. A avaliação preditiva serve principalmente serve principalmente para estimar o tempo que os utilizadores levam a realizar um determinado conjunto de ações. Finalmente apresenta a avaliação com utilizadores- utilizadores reais realizam tarefas reais no nosso sistema permitindo-se a recolha de dados objetivos sobre a usabilidade da nossa solução. Realça-se ainda a necessidade de preparar e realizar os testes com bastante rigor para garantir que os dados recolhidos são fiáveis e de qualidade.

A recolha de informação pode ser feita de várias formas e com vários fins( analise de requisitos e avaliação com utilizadores).Para obter essa informação existem varias técnicas que podem ser usadas isoladamente ou em conjunto e que se podem aplicar a ambos os fins ou apenas a um deles. E neste capitulo(10- fontes de informação e recolha de dados) apresenta as varias formas de recolher dados dos utilizadores começando pelas entrevistas um conjunto de recomendações para as formular de modo a que no final o utilizador perceba bem o que lhe está a ser perguntado e não seja influenciado pela forma como as perguntas estão feitas. Concluindo este capitulo apresenta algumas técnicas que se aplicam apenas a analise de requisitos ou avaliação com utilizadores como por exemplo os inquéritos contextuais(analise de requisitos) ou os sistemas de seguimento do olhar (avaliação com utilizadores).

Neste capitulo(11) vimos como um primeiro passo na analise estatística é o cálculo de estatísticas descritas como a media a mosa e o desvio-padrão, que dão uma boa ideia de como se encontram distribuídos os valores da amostra. No entanto é muitas vezes necessário recorrer a testes estatísticos em que com com um determinado grau de confiança podemos ou não colaborar uma hipótese colocada quanto a natureza das variáveis em jogo. O calculo de intervalos de confiança permite-nos estimar onde está a média da população com base na medida para a amostra recolhida. Com a ajuda destes testes e de outos é possível fazer uma analise inequívoca das opções por nós tomadas e da qualidade e usabilidade das interfaces.