Livro #2

Resumo 9 de novembro – pág.1 – 44

Anne Frank nestas primeiras páginas do livro retrata a sua vida quotidiana de um jeito muito preciso e cativo, contudo sempre com um ar infantil, o que é normal visto que o escreveu com apenas 13 anos.

Dá-nos maioritariamente a conhecer o seu ambiente escolar e apresenta-nos todos os seus colegas de turma, não se aprofunda muito nos detalhes, mas dá a sua opinião acerca de cada um deles.

Sendo de conhecimento geral a história que ela passou, é impressionante como ela começa o seu diário detalhando apenas aspetos comuns da sua vida. Relata apenas a vida de uma menina simplória de 13 anos que estuda, que aparenta ser muito simpática e com uma boa autoestima.

Após toda esta narrativa e todo este detalhe da sua via banal, Anne Frank e a sua família vêm-se na obrigação de fugir de casa e esconderem-se no “Anexo Secreto” para que não sejam encontrados pelos alemães nazis, vale a pena referir que toda a família era judaica e que esta história se passa durante a segunda guerra mundial.

Resumo 22 de novembro – pág.44 – 71

Entre estas páginas pouca coisa acontece!

Passam-se praticamente 2 meses, Anne Frank e os restantes do grupo continuam escondidos dos nazis no escritório do seu pai. Entre esse tempo passam-se discussões, umas mais séries outras sem sentido, o normal para quem está farto de estar isolado!

Anne Frank detalha todas essas brigas e acaba por dar a sua opinião em casa uma.

Nota-se também que Anne Frank é um pouco medrosa visto que qualquer barulho que ouça fica logo com receio que tenham sido apanhados.

É notório também a diferença de afetos para com os pais. Com o pai, Anne Frank sente-se livre para conversar sobre qualquer assunto, e sente também que ele a entende, para ela o pai é “sempre simpático”. Com a mãe, há uma relação de conflito, as duas não se entendem muito bem, e Anne Frank sente que a mãe não a percebe e que não lhe dá o devido valor, tratando-a como uma criança. Embora realmente seja uma criança, ela não gosta de ser tratada por tal.

Anne Frank também não tem a melhor relação com a irmã, Margot. Afirma, então, que “a mamã e a Margot são tão estranhas para mim!”. Contudo nada se compara com a relação que a outra família, os van Daan, têm. A Sra. van Daan está constantemente zangada e amuada com coisas ridículas, chegando até a reclamar com a educação que Anne Frank recebeu por parte dos pais por esta não querer comer legumes. Obviamente isto não deixou os pais de Anne contentes, fazendo com que ficasse um mau ambiente, de constantes brigas, entre as famílias.