Livro 1 – A Mulher do Juiz

Ann O’Loughlin

Resumo 1: 18/11/2020 (Pág.1-37)

Grace, a intitulada “mulher do juiz” é levada à um asilo em que o próprio marido a internou, um juiz chamado Martin Moran, um homem frio e calculista. Grace tinha dado a luz a uma menina, mas no desenrolar da história alega-se que o marido lhe contou que a criança tinha falecido no parto. Aos curiosos, dizem que Grace endoideceu com a morte da filha (mas claro que há muito mais para descobrir). A mesma é recebida de forma brusca pelas enfermeiras e com comportamento frio do marido a faz entrar em desespero e mencionar o nome de uma terceira pessoa, um suposto amante.

Tinham se passado 30 anos e no capítulo dois revela a chegada de Emma, filha do juiz, a sua cidade natal, pois o pai falecera. Ela descreve o pai como um juiz duro e distante que nunca a demonstrou afeto. Emma também encontra papeis antigos e descobre alguns supostos segredos da família, um deles o diário de Grace, a mãe que nunca conheceu. Por outro lado o suposto amante de Grace, Vikram, um indiano, é mencionado no capítulo 3. Ele revela como o quanto amou Grace e o quanto tem carinho especial por ela à uma suposta sobrinha, Rosa, (facto questionável da maneira que é introduzida. Ainda tenho muito a descobrir, e a história fica interessante a cada capítulo).

Resumo 2: 23/11/2020 (Pág.38-68)

O resumo vai do sexto capítulo ao nono. O capítulo 6 e 9, Vikram, o suposto amante de Grace, conta como conheceu Grace á sua sobrinha Rosa. Ele começa a contar do quanto foi mágico o momento em que a conheceu, tinha sido num hospital pois Vikram era médico na altura. A história de ambos começou a ser intensa e após uma festa em que Grace o convidara em sua casa. Menciona também que depois de meses ficaram mais do que amigos e que já tinham desenvolvido uma relação (antes de prosseguir irei mencionar o facto de que Vikram tem uma irmã, e a mesma é mãe adotiva de Rosa). Em algumas partes, Vikram e sua irmã discutiam sobre Rosa, pois Vikram dizia que Rosa “precisava saber a verdade”, mas sua irmã sempre o advertia para não o fazer (esta parte é um pouco questionável para mim pois, põe-me a pensar que talvez Grace também seja mãe de Rosa, só uma suposição).

No capítulo 7, retrata o momento em que Emma, filha de Grace e do juiz, vasculhava as antigas e muitas caixas na antiga biblioteca do pai. Descreve também o quanto estava chateada com o pai por não ter contado nada sobre Grace, pois crescera sem o calor e o afeto de uma mãe. E no capítulo 8, retrata os momentos de Grace no asilo. De como foi maltratada pelas enfermeiras e de como ainda mantinha a esperança do marido a tirar de lá. Houve um a parte em que Grace recebeu a visita da sua tia, a mesma que a deixou lá juntamente com o marido, e revelam numa conversa que Grace realmente traiu o juiz com o indiano Vikram e que iria aprender com seus erros naquele lugar.

Resumo 3: 14/12/2020 Pág.(69-108)

Do capítulo 10 ao capítulo 14 não revelam grandes informações. Especificamente o 10 e o 13, que abordam mais a Emma, enquanto vasculhava as coisas antigas do pai, e da sua vida antes disso, não apresenta grandes informações. Os capítulos restantes abordam o estado de Grace no asilo. Grace tinha arranjado uma amiga, na qual podia compartilhar alguns segredos. Era a única que não estava “louca” e que também tinha sido abandonada pela família. Mostra a aproximação de ambas, e partes em que Grace se lembrava do seu amante Vikram. Claramente tiveram algo muito forte, e ela tinha ficado grávida dele (é possível que a criança seja Emma). Por isso, para segurar as pontas o seu esposo, o juiz, a tinha deixado lá alegando que a mesma enlouqueceu.

Resumo 4: 10/01/2021 Pág.(109-137)

Resumo do capítulo 15 ao capítulo 17. Os mesmos não apresentam grandes informações em relação ao foco principal da história. O capítulo 15 mostra a aproximação de Emma e de um amigo próximo de seu pai (acredito que haverá romance entre os dois também, apesar do mesmo ter a idade do pai de Emma, mas isto ainda estou para descobrir). Andrew, o seu nome, ajudou Emma em todos os detalhes que tinham haver com o funeral do pai, pois ambos (o juiz e Andrew) eram como melhores amigos. No capítulo 16 Vikram continua contando a sua sobrinha Rose as aventuras que teve com Grace (também não revela grandes informações). No capítulo 17, foca numa senhora chamada Angie, a mesma era vizinha do juiz e tal como Andrew estavam a ajudar Emma, pois a mesma estava sozinha, sem nenhuma lembrança da mãe e péssimas lembranças do seu falecido pai.

A simples vida de Angie antes de se ter mudado para perto do juiz, era numa cidade pequena com vista para o mar. A mesma vivia com o seu marido e o seu filho 8 de oito anos. Ambos faleceram no mar vítimas de um acidente causado pelo próprio porto, todas as semanas iam se aventurar no mar. Faleceram porque o barco foi explodido intencionalmente quando retornavam, pois o nome do barco tinha sido confundido com um outro barco que era para ter sido explodido. Em todos os aniversários, Angie voltava aquela casa e se lembrava dos dois, então sabendo da situação emocional de Angie, Emma juntamente com Andrew fizeram companhia a Angie, partilhando o luto, a tristeza e as lembranças de querer ter de volta um ente querido já falecido.

Livro 2 – Human-Computer Interface Design Guidelines

C. Marlin Brown

Resumo 1: 21/11/2020 Pág.(1-20)

O livro tem um conjunto de sugestões e orientações para auxiliar designers de interface, os sistemas de computador e seus usuários. Na introdução enumera tópicos, para a construção de um projeto de interface que serão abordados em cada capítulo, tendo como um dos principais a alocação de funções. É quando, no desenvolvimento de um interface precisamos ter em conta as funções a serem desempenhadas pelo usuário ou pelo próprio sistema e um conjunto de decisões para compreender as capacidades e limitações dos mesmos (homem-computador/usuário-computador).

Apresenta inúmeros tópicos, mas irei mencionar os que eu achar mais relevantes. A medida que um usuário adquire experiência no uso de computadores, o mesmo desenvolve modelos (modelo mental) que o fornece estruturas para entender como o sistema funciona, mas depende de analogias físicas para a construção dos mesmos. As analogias podem se ações físicas ou botões rotulados, pois o impacto no objeto pretendido é rapidamente visível. O capítulo apresenta também a compatibilidade (estímulo-resposta), implica que o computador deve apresentar informações de uma forma que seja consistente com as tarefas dos usuários e com as capacidades e limitações das informações humanas em processamento.

Resumo 2: 06/12/2020 Pág.(21-67)

Do capítulo 2 e ao 3, explica como áreas de exibição reservadas devem ser aplicadas, pois estas são meios de comunicar informações ao usuário, através de um dispositivo de exibição visual. Para este efeito, existem campos e procedimentos para garantir que, quando o usuário deve executar atividades semelhantes em telas diferentes, estes mesmos procedimentos sejam padronizados. Explica também as regras de abreviação, se as usarmos devem ser curtas.

“Apresentar sempre as informações na forma em que são usadas” (uma frase que achei interessante mencionar), ou seja sem exigir que o usuário consulte a documentação ou traduza (só se for uma língua estrangeira). Quanto a estrutura, ter em atenção á gramática, linguagens de conversão, códigos, rótulos, dentre outros inúmeros conceitos. Há que se ter em atenção o facto de não usar palavras que provavelmente será interpretada de maneira diferente da pretendida e usar o mesmo termo para significar coisas diferentes em diferentes situações.  Também é importante descrever etapas, ou seja, quando apresentar sequências de instruções, a ordem das palavras na frase deve corresponder à sequência temporal dos eventos. 

Resumo 3: 14/12/2020 Pág.(68-78)

Este resumo é somente sobre o capítulo 4. Fala sobre vídeos e implementação de cores. Nas apresentações por vídeos, as cores e as informações exibidas, aplicados corretamente, auxilia nas interações usuário-computador. Num dos tópicos, é mencionado três cores principais: vermelho, azul e verde.  Apresenta toda a teoria das cores, as misturas e as combinações que podem ser feitas, os contrastes, as cores quentes, os códigos de cores ( estes quando mostram o significado das cores de um código no visor ), dentre outros; tudo com intuito de chamar a atenção. Apela ao uso adequando de cores, por exemplo a legibilidade das tarefas do usuário a serem exibidas; o uso excessivo de cores pode produzir telas que são mais difíceis de usar e reduz a probabilidade de interpretação em relação as informações realmente úteis

Resumo 4: 10/01/2021 Pág.(80-119)

Resumo do capítulo 5 ao capítulo 6. No capítulo 5 mostra como funcionam os componentes físicos de um sistema. As representações gráficas (gráficos em geral) geralmente possuem relações entre duas ou mais variáveis, originando assim um modelo necessário para que o usuário receba conclusões pretendidas. Ter em atenção a comparações com projetos ( para obter a avaliação visual). Existem vários tópicos para se ter em atenção no desenvolvimento do mesmo; como: mudança de dados (apresentação gráfica que pode alterar rapidamente valores numéricos ); exibições de mapa (exibições de mapa que servem para a implementação de possíveis dados geográficos ); o visor e os limites (serve para controlar o desempenho de um sistema ou máquina que para mostrar variáveis ​​apropriadas para uma suposta comparação); interfaces visuais (usar ícones e símbolos para ajudar o usuário a manter o contexto e a orientação); ícones (evitar o uso de ícones confusos, em muitos casos evitar substituir ícones por palavras; as exceções são postas em interfaces mais simples.

No capítulo 6, os tópicos são um pouco mais extensos, então irei abordar somente alguns. Tratamento dos dados ou informações humano-máquina. O primeiro tópico é o feedback que engloba o reconhecimento de entrada (o momento em que o sistema aguarda a conclusão de um processamento) e indicadores de progresso (para muitos usuários o atraso pode representar um problema). Para estas situações, mensagens como “aguarde”; “verificando dados”, dentre muitas outras são aceitáveis, pois pode ainda manter o interesse do usuário. Telas em branco, em alguns interfaces também devem se ter em atenção; o mais recomendado é deixar mensagens com indicações, para situar o usuário de um possível passo seguinte. Menu apresenta opções de seleção que podem ser feitas por usuários, fornecendo acessos rápidos e uma disposição hierárquica. Em máquinas, a implementação de botões virtuais podemos obter as mesmas ações, estes tendem a ser pequenos e rotulados com texto. Comandos, usados pelos usuários para controlar o “diálogo” do computador e dar instruções. Uma linguagem de comando é diferenciada de uma linguagem de programação por ser imediatamente responsiva e interativa. Com os mesmos, o sistema também reconhece erros ortográficos e apresenta mensagens ao usuário para a inserção de um novo comando. Por último irei mencionar os critérios de tempo de resposta. Os mesmos dependem da aplicação a ser usada, apresenta respostas rápidas é eficientes, e é caracterizado como um aumento de produtividade pois o tempo de resposta curtos são mais desejáveis.