Livro1:” Introdução ao design de Interfaces”


Resume 1: 12 Nov.

As Interfaces Pessoa-Máquina são a face visível de qualquer sistema, seja ele o mais avançado avião, um telemóvel, uma consola de jogos, painéis interativos, uma página Web ou um microondas. Em função da usabilidade oferecida por estas interfaces assim o produto pode ser um sucesso ou um fracasso. Sistemas fáceis de aprender e rápidos de usar, que produzem o resultado esperado, são uma garantia para o bom desempenho dos utilizadores.

Este livro, escrito por conceituados professores universitários, aborda os vários passos do design das interfaces utilizador, incluindo um conjunto de princípios, práticas e técnicas que podem ser usadas com sucesso em qualquer aplicação interativa.

Com múltiplos exemplos práticos, esta obra apresenta as bases e os conceitos que permitem compreender e aplicar as várias fases do desenvolvimento iterativo de uma interface utilizador.
Ao relacionar os princípios teóricos do processamento humano da informação com situações práticas e concretas, este livro constitui não só uma base de referência teórica para conteúdos universitários relacionados com a área de Interfaces Pessoa-Máquina, mas também um guia prático para profissionais interessados em melhorar a usabilidade dos seus produtos interativos.

Resume 2: 20 Nov.

Um dos objetivo central de aprendizazem deste capítulo é o segunite: Os princípios e práticas do design de interfaces é comprerender o próprio ser humano. Para o tal o ser humano tem algumas limitações percetual do sistema especialmente a visão mas também o toque e a audição. Entretanto é importante realçar a capacidade de raciocínio do ser humano , a memória(de curta e longa duração ), que sã poderosíssimas mas também podem levar alguns erros para o desenho de interfaces.

Além disso existem dois dos principais modelos utilizados para descrever os comportamentos e interações entre humanos e computadores . O modelo do processador humano de Card é o modelo que constitui uma visão simplificada do processamento humano na qual envolve interação com um sistema computacional. O modelo de ciclo de iteração de Norman que é uma modelo que permitiu a identificação das fases da interação entre o utilizador e interface e esta dividido em duas fases a execução e avaliacão onde ainda podemos subdividi-las em sete etapas de interação.

Resume 3: 27 Nov.

Dispositivos de Interação

No capítulo anterior ficámos a conhecer um dos lados da equação da interação, Pessoa-Máquina e neste estudaremos o outo lado os Computadores.

Os computadores nesta área é baseada na distinção entre dispositivos de interação (de entrada e ou de saída), dispositivos de introdução de texto, de coordenadas e estilos de interação (Menus, Linguagens de comandos e Natural, Formulários, Pergunta-Resposta, Manipulação Direta e os Novos paradigmas).

No entanto , o seu estudo individual é necessário para que o designer de interfaces possa compreender as limitações e as vantangens de um determinado estilo ou dispositivo de interação. No mundo hoje em dia tem-se notado uma evolução nos dispositivos de interação. Temos o Tackball que parecem ser um dispositivos antiquado no entanto no contexto de utilização onde o espaço é diminuto, ele pode ser uma escolha mais adequada do que um rato ou qualquer outro dispositivo apontador.

Podemos então concluir que o principal objetivo deste capítulo é a aprendizagem de boas escolhas de dispositivos e estilos de interação.

Resume 4: 04 Dez.

Análise de utilizadores e tarefas

Neste capítulo abordaram as atividades que devem ser realizadas no primeiro passo no desenho centralizado, Uma dessas atividades é a análise de utilizador que serve para identificar as potências utilizados no sistema. Além disso o utilizador esta caraterizado em: Principiantes; Principiantes avançados; Executantes competentes e perítos.

Outra atividade fundamental é a análise de tarefas , que serve para recolher as informações sobre as tarefas que os utilizados realizam ou pretendem realizar. Contudo pode se dizer que análise de tarefa é uma atividade importante central no Design de Interface visto que leva o desenvolvimento de uma boa interface.

Resume 5: 12 Dez.

Conceptualização da Interação

O modelo conceptual é o elemento central no desenvolvimento de uma interface e que não devem ser menosprezado pelo designer, ou seja antes de começar a definir o aspeto do sistema temos que saber como o sistema é para os utilizadores através do Modelo Conceptual.

Componentes do modelo conceptual

  • As metáforas e Analogias (Álbum de fotografias)
  • Objetos (fotografia (atributos: Data, Legenda))
  • As relações /Ações (Inserir fotografias)
  • Relações entre conceitos (um arquivo tem fotografias)
  • O mapeamento (Uma fotografia no sistema corresponde a uma fotografia real)

Cenários

Embora não façam parte do modelo conceptual, mas são apresentados um conjunto como todos e servem para descrever de forma informal o modo com os utilizadores irão realizar as tarefas baseando no modelo conceptual.

Além disso pude ver que além do modelo conceptual existe o modelo mental que ao contrário do modelo conceptual é criado pelo utilizador , que é a representação interna de como funciona o sistema .

Resume 6: 17 Dez.

Prototipagem

Um protótipo é uma representação concreta, do sistema que pretendemos desenvolver, e permitem os utlilizadores interagirem com ele, e tem como objetivo reduzir o tempo e custos ao desenvolver algo a ser testado pelo utilizador.

Tem como carateristica :

  • A abrangência;
  • Profundidade;
  • E a funcionalidades

Um Protótipo pode oferecer inumeras Vantangens como:

  • Com o protótipo podemos ter ecrã com informações necessárias;
  • Os utilizadores percebem o modelo conceptual ou metáfora ;
  • Mostra, as funcionalidades.

Além das suas vantantagens pode ter algumas desvantagens como:

  • A questão do achar os Botões adequados a cada tipo de utilizador;
  • O protótipo no papel não pode ser usado no contexto onde é suposto funcionar;
  • Um protótipo de papel não oferece retorno dinâmico

Resume 7: 10 Jan.

Desenho de ecrãs/Desenho Aplicado

Nesta capítulo falou-se dos elementos relacionados , devem aparecer juntos . O desenho da cor é um dos aspetos incontornáveis quando falamos do desenho de ecrã. Além disso tem-se as Tipografia que é um texto ou seja elemento gráfico quase omnipresente nas interfaces do utilizador.

  • Alinhamento ou seja os elementos não devem estar colocados ao acaso no ecrã ou página ;
  • Repetição (sempre que for possível devemos repetir elementos ao longo da interface);
  • Contraste (exacerbar as diferenças);
  • Proporção (Escolher cuidadosamente os tamanhos e posições);
  • Espaço em branco (a ausência de elementos é em si um elemento gráfico) e decoração .

Desenho Aplicado

A recolha de informação pode ser feita de várias formas e com vários fiz(analise de requisitos e avaliação com utilizadores). Para obter essa informação existem várias técnicas, que podem ser usadas isoladamente ou em conjunto.

Contudo pode -se dizer que algumas técnicas que se aplicam apenas á análise de requisitos ou avaliação com utilizadores , utilizando inquéritos contextuais ou sistemas de seguimento do olhar.

Resume 8: 10 Jan.

Avaliação

Aavaliação (Analítica ou empírica) é um dos passos principais do ciclo iterativo de design de uma interface. É através dela que se identificam os problemas de usabilidade e consequêntemente os aspectos a melhorar na interface. Aavaliaçõa permite ainda verificar se a nossa interface atingiu os objectivo definidos inicialmente, isto é , se os critérios de usabilidade estabelecidos após a análise de tarefas e utilizadores foram ou não cumpridos.

Tipos de Avaliação:

Avaliação Heurística –> é realizada por peritos em usabilidade que procuram identificar problemas de interface , usando com referências as listas de heurísticas.

Avaliação Preditiva –> serve para estimar o tempo que os utilizadores levam a realizar um determinado conjuntos de ações , é útil para comparar o desempenho de soluções alternativas.

Avaliação com Utilizadores –>os utilizadores reais realizam tarefas reais no nosso sistema, permitindo a recolha de dados sobre a usabilidade de utilização.

Resume 9: 10 Jan.

Análise de Dados

Neste capitulo conclui que dificilmente se consegue testar as interface com todos os seus potenciais utilizadores. Assim , temos de recorrer a uma amostra destes e tentar através de uma analise estatística perceber até que pontos valores obtidos para a amostra são representativos de toda a população.

Passos para a Análise estatística para se saber como encontrar distribuídos os valores de amostra:

  • O calculo de estatísticas descritivas;
  • A Média;
  • Moda e o desvio-padrão.

Além disso, podemos encontrar vários tipos de testes :

  • Teste t de Student -> permite verificar até que ponto duas variáveis provêm ou não da mesmo população;
  • Teste do Qui-Quadrado-> permite comparar frequências esperadas , observadas e o coeficiente de correlação de Pearson.
  • Cálculos de confiança-> permite estimar onde está a média da população.

Resume 10: 10 jan.

Manuais e Documentação

Os Manuais e documentação, permite determinar os princípios fundamentais de desenho de sites, como se integram no World Wide Web. Para isso devem ser seguidas as convenções de desenho para a Web no entento faz com que os sites se destacam dos diferentes modos de capturar a atenção do utilizador .

  • Aspetos estéticos ;
  • Layout, Minimalismos, Consistência;
  • Relevância, Destaque, Brevidade;

Devem seguir algumas Regras de portabilidade e acessibilidade, para conseguir que os sites sejam usados na maior variedade de dispositivos, situações pelo maior número de utilizadores possível.

Conclusão

Com a leitura feita pude ver que para a direção de um bom design de interfaces temos que conseguir aprender e aplicar os príncipios de design práticos, e só assim estaremos bem preparados para produzir boas soluções.

A aplicação consistente de decisões de desenho, assim como a constante detenção de defeitos de usabilidade a partir dos princípios. Além disso vi exemplos positivos e negativos de interface que cumprem ou não os mesmos princípios.

Livro2: “Agora e para Sempre”

Resumo 1: 12 Novembro (pag.1-17)

AGORA E PARA SEMPRE é um romance muito bem escrito, que fala sobre a luta de uma mulher (Emily) para encontrar sua verdadeira identidade. A autora fez um belo trabalho na criação dos personagens e ao descrever o ambiente em que se passa a história.

Emily Mitchell de 35 anos mora e trabalha na cidade de Nova York, e sofreu uma série de relacionamentos fracassados. Quando Ben, seu namorado há sete anos a convida para o jantar de aniversário de namoro deles. Emily está certa de que desta vez será diferente, de que agora ele finalmente lhe dará um anel de casamento. Quando, ao invés, ele dá a ela um perfume em miniature . Ela então, percebe que chegou a hora de terminar esse namoro e de recomeçar sua vida do zero.

Afastando-se de sua vida insatisfatória, estressante, Emily decide que precisa mudar. Ela decide, num impulso, dirigir até a casa abandonada de seu pai no Estado do Maine, na cidade de Sunset Harbor , uma casa grande, histórica, onde ela havia passado verões mágicos quando criança. Mas a casa, há muito abandonada, está em péssimo estado, e o inverno mal havia começado. Emily não ia na casa há 20 anos, quando um tragico acidente mudou a vida de sua irmã e espedaçou sua família. Seus pais se divorciaram, seu pai desapareceu e Emily nunca mais conseguiu pôr os pés naquela casa novamente.

Resumo 2: 12 Novembro (pag.18-46)

Agora, Emily se sente atraída para o único lugar de sua infância que ela conheceu. Ela planeja passar apenas um final de semana, para esfriar a cabeça. Mas algo na casa, seus vários segredos, suas lembranças de seu pai, à beira-mar, o clima de cidade pequena e, acima de tudo, um lindo e misterioso zelador Daniel , que não quer deixá-la ir embora. Poderá ela encontrar as respostas que tem procurado aqui, no lugar mais improvável?

Um final de semana pode se tornar uma vida inteira?

Movida pela necessidade de trazer a casa de volta para os seus dias de glória, Emily calcula quanto que irá gastar para se manter em Sunset Harbor e também para reformar a casa, e usa sua poupança para isso.

Quando os trabalhos começam ela e Daniel, caseiro que mora na garagem aos fundos da propriedade (tão misterioso quanto partes da casa que Emily vai descobrindo ao longo da reforma), vão se conhecendo e se tornando cada vez mais íntimos.

Resumo 3: 22 Novembro

 Emily teve que pegar vários metrôs para chegar ao estacionamento de longa permanência em Long Island City, onde seu carro velho, surrado e abandonado estava. Fazia anos que ela não o dirigia, já que Ben sempre assumiu essa responsabilidade para exibir seu precioso Lexus, e enquanto ela caminhava pelo imenso estacionamento escuro, arrastando sua mala, ela se perguntava se ainda poderia dirigir. Era mais uma coisa que havia deixado escapar ao longo de seu relacionamento. Só a viagem para chegar até aqui a este estacionamento na periferia da cidade parecia não acabar nunca. Enquanto caminhava até o carro, seus passos ecoando no estacionamento frio como gelo, ela quase se sentiu cansada demais para continuar. Emily se virou e viu o atendente do estacionamento sorrindo para seu carro surrado, como se demonstrasse simpatia por ela. Ele lhe estendeu as chaves. A ideia de ainda ter que dirigir por oito horas pareceu esmagadora, impossível. Ela já estava exausta, física e emocionalmente. ele perguntou, por fim. Emily piscou, surpresa, sem perceber que havia passado alguns instantes pensando. Parada ali, sabia que aquele era um momento decisivo, de certa forma.Finalmente, Emily afastou os pensamentos sombrios e se obrigou a ser forte.

Resumo 4: 28 Nov.

Ela pegou chaves e caminhou triunfante para seu carro, tentando demostrar coragem e confiança enquanto se afastava, mas secretamente com medo de que não conseguiria nem mesmo liga-lo e, se conseguisse, que ela nem lembraria como dirigir. Entrou no carro gelado, fechou os olhos e pôs a chave na ignição. Se o motor ligasse, ela disse a si mesma, era um sinal. Se estivesse morto, ela podia voltar atras. Emily odiava admitir isso para si mesma, mas secretamente tinha esperança de que estaria morto, mas quando girou a chave o carro ligou.

Foi surpreendente e reconfortante para Emily notar que, apesar de ser uma motorista meio erratica, ela ainda sabia o basico do que estava fazendo. Tudo o que precisava fazer era pisar no acelerador e dirigir.

Era libertador observar o mundo passar voando por ela e, lentamente, ela sentiu seu humor melhorar. Ate ligou o radio, lembrando que tinha um. Com o radio no volume maximo, os vidros das janelas abaixados, Emily segurou bem o volante com as duas nãos.

Resumo 5: 05 Dez.

Em pouco tempo, ela saiu da cidade, e quando mais se aproximava dp norte, mais as estradas se tornavam margeadas por pinheiros. Ela admirava sua beleza enquanto passava voado por eles.com que facilidade ficara presa na agitação do estilo de vida da cidade, pensava. Quando anos ela havia deixado passar sem reservar tempo para contemplar a natureza.

Logo, as estradas se tornaram mais largas, o numero de faixas aumentou e, então, ela chegou a radoviaria. Acelerou ainda mais, fazendo seu carro surrado ir mais rapido, sentido-se viva e animada com a velocidade. Todas essas pessoas em seus carros embarcando em aventuras para algum lugar, e ela, Emily, finalmente era uma delas. A excitação pulsava através de seu corpo enquanto fazia o carro ir mais rapido, aumentando sua velocidade até onde sua ousadia lhe permitisse.

Sua confiança aumentava à medida em que os pneus do carro planavam sobre a a estrada. Quando passou pela fronteira estadual para entrar com Connecticut, realmente caiu a ficha de que ela estava, de fato, indo embora. Seu emprego, Ben, ela havia finalmente jogado fora toda aquela tralha.

Quanto mais se aproximava do norte, mais frio ficava, e Emily finalmente teve que admitir que estava frio demais para manter as janelas abertas. Ela as fechou e esfregou as mãos, lamentando por não estar vestindo algo um pouco mais apropriado para o clima . Ela havia saído de Nova York em seu desconfortável terno de trabalho, e em mais um momento de impulsividade, havia atirado a casaco sobre medida e os sapatos de salto pela janela.

Resumo 6: 12 Dez.

Agora, vestia apenas uma blusa fina, e os dedos de seus pés descalços pareciam ter se tornado blocos de gelo. A imagem de estrela de cinema dos anos 40 se despedaçou em sua mente quando ela viu seu reflexo no retrovisor. Ela parecia uma estatua de cera. Mas não ligava para isso. Estava livre, e era só o que importava.

Horas se passaram, e antes que percebesse, havia deixado Connecticut para trás, uma lembrança distante, apenas um lugar pelo qual passara em seu caminho para um futuro melhor. A paisagem de Massachusetts era mais aberta. Ao invés da folhagem verde-escura dos pinheiros, as arvores daqui haviam perdido suas folhas de verão e erguiam-se como longos, compridos esqueletos nos dois lados da estrada, revelado traços de neve e de gelo no chão duro sob elas. Acima de Emily, o céu começava a mudar de cor, e de um azul claro para um cinza macilento, lembrando a ela que chegaria da Maine quando ja estivesse escuro.

Resumo 7: 20 Dez.

Ela dirigiu por Worcester, onde muitas casas eram altas, revestidas de madeira, e pintadas em vários tons pasteis. Emily imaginou que tipo de pessoas viviam ali, divagando sobre suas vidas e experiencias. Ela estava apenas há algumas horas de casa, mas tudo já parecia estranho para ela. Todas as possibilidades, todos os diferentes lugares para viver, estar a visitar. Ela havia passado sete anos vivendo apenas uma versão da vida, seguindo sete anos vivendo apenas uma versão da vida, seguindo a rotina antiga, familiar, repetindo o mesmo dia varias vezes, esperando por algo mais. Todo aquele tempo esperando Ben pedi-la em casamento, para que ela então pudesse começar o próximo capitulo da sua vida.

Resumo 8: 10 Jan.